Simule e contrate

G1


População pode enviar mensagem com notícia duvidosa para análise de funcionários da pasta. Equipe vai dizer se informações são verdadeiras ou falsas. Secretaria de Saúde do Distrito Federal Raquel Morais/G1 A Secretária de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) criou um novo canal de comunicação para combater as fake news relacionadas aos serviços prestados pela pasta. Quem receber uma notícia duvidosa, pode encaminhar para o WhatsApp: (61) 9262-6335. Coronavírus: 21 estados e o DF propõem projetos para multar quem divulga 'fake news' na pandemia Segundo a SES-DF, as mensagens relacionadas ao trabalho da pasta serão analisadas pela área técnica. Depois, a pessoa que encaminhou a dúvida recebe uma resposta, que diz se aquela informação é verdadeira ou não. A Secretaria de Saúde afirma que o canal não é um serviço de atendimento aos usuários do serviço público de saúde. O telefone será usado apenas para receber e desmentir fake news que abordam as ações da pasta, como a vacinação contra a Covid-19 (veja outros canais abaixo). As pessoas que quiserem denunciar irregularidades devem recorrer a outras canais, como a ouvidoria do governo do DF. Fake sobre vacinação no DF Milhares de pessoas pessoas tomaram a vacina no DF Uma das notícias falsas que a pasta já recebeu diz que a vacinação contra o novo coronavírus foi suspensa em alguns locais do DF. Porém, a informação não é verdadeira. A Secretária de Saúde segue vacinando o grupo prioritário. Até a noite desta quarta-feira (27), 33.317 brasilienses tinham recebido a primeira dose do imunizante. Vacinação contra Covid-19 começa no DF: veja perguntas e respostas Outras mensagens analisadas pela Secretária também tinham a vacinação como tema. Em um dos casos, as notícias diziam que a vacina CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica chinesa Sinovac, não era eficaz contra a doença. A informação também é falsa. Segundo o Instituto Butantan, a CoronaVac tem eficácia global de 50,38%. Na prática, significa que a vacina tem potencial de: Reduzir pela metade (50,38%) os novos registros de contaminação em uma população vacinada; Reduzir a maioria (78%) dos casos leves que exigem algum cuidado médico. Site contra fake news sobre vacina Na busca para combater as fake news sobre vacinação, o movimento "Todos pelas Vacinas" criou uma página na internet para ajudar a população a entender o que é verdadeiro e o que é falso. A iniciativa é das organizações União Pró-Vacina, Observatório Covid-19 BR e a equipe Halo, ligada à Organização das Nações Unidas (ONU). Veja o site O site foi pensado para quem não aguenta mais receber textos, vídeos, e memes com mentiras sobre as vacinas. A campanha usa as mesmas armas, só que quem fala são cientistas de verdade. E eles se uniram a artistas e influenciadores para espalhar informações corretas. Denúncias vacinas contra a Covid-19 Profissional de saúde recebe vacina contra Covid-19 no DF Breno Esaki/Agência Saúde A força-tarefa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) disponibilizou dois canais para receber denúncias relacionadas à vacinação contra a Covid-19. Quem presenciar ou conhecer casos de irregularidades na aplicação dos imunizantes no DF, pode denunciar por meio de um formulário eletrônico, ou pelo telefone 0800 644 9500 (ligação gratuita), que está disponível de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h. Segundo o MP, ao fazer a denúncia, é importante apresentar o máximo de informações. Entre os dados que devem ser informados está a data da ocorrência, o local, nome dos envolvidos e, se possível, arquivos como fotos, vídeos e mensagens que auxiliem na investigação. O Ministério Público lembra que a aplicação da vacina contra a Covid-19 em qualquer pessoa fora dos grupos prioritários – que foram estabelecidos no plano distrital – é irregular e pode gerar punições administrativas e penais. “Ao desviar um bem público, a pessoa, além de responder criminalmente, pode ter de ressarcir o valor correspondente às vacinas desviadas, perder a função pública, em caso de agente público, e, ainda, pagar multa. A situação pode configurar crime de peculato, cuja pena máxima pode chegar a 12 anos de prisão”, explica o MPDFT. Nesta semana, a Câmara Legislativa também criou uma central para receber denúncias de irregularidades durante a campanha de vacinação contra a Covid-19 na capital. Entre elas, casos de pessoas supostamente furando a fila de aplicação das doses. As reclamações devem ser enviadas pelo WhatsApp, no telefone (61) 99904-1681, e serão analisadas pela Comissão Especial da Vacina, criada pelos distritais no mês passado, para fiscalizar a imunização no DF. VÍDEOS: G1 Fato ou Fake Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

São 33 pessoas internadas em tratamento intensivo da doença há cinco dias. Saúde confirmou 180 novos casos e elevou total de infecções para 15.245. Sars CoV-2, o causador da Covid-19 Getty Images via BBC Franca (SP) não registrou mortes por Covid-19 no boletim epidemiológico de quarta-feira (27), mas segue com 100% de ocupação em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para a doença na Santa Casa. São 33 pessoas internadas em estado grave no hospital referência para atendimento público desde sábado (23). Na rede particular, 21 das 29 vagas ofertadas estão ocupadas. Com isso, a ocupação total em leitos de UTI na cidade é de 87,09%. DRS de Franca enfrenta esgotamento de leitos de UTI Covid-19 Nas enfermarias, são 24 pacientes em atendimento nos 37 espaços disponibilizados. Índice de ocupação é de 64,86%. Novos casos Sem mortes apontadas no boletim, o total de óbitos por complicações do novo coronavírus em Franca permanece em 262. A cidade registrou 180 novas infecções e chegou a 15.245 confirmações da Covid-19, das quais 9.827 pessoas são consideradas curadas pela Secretaria Municipal de Saúde. Por meio de exames, Franca já descarou 20.600 suspeitas da doença, mas ainda tem 2.613 moradores aguardando os laudos. Santa Casa de Franca, SP Jefferson Severiano Neves/EPTV Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca Initial plugin text

Dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Capital registrou 1.526 descargas elétricas entre terça (25) e quarta (26); número representa 25% do total contabilizado de 1º a 26 de janeiro. Raios registrados na região do Lago Paranoá Reprodução /TV Globo Os temporais registrados na terça (25) e na quarta-feira (26) no Distrito Federal vieram acompanhados não só de ventos fortes, de até 70 quilômetros por hora, mas também de raios. Foram 1.526 descargas elétricas registradas nesses dois dias. Os dados são do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número equivale a 25% do total de raios que caíram na capital de 1º a 26 de janeiro. Foram 5.918 registros no período. FOTOS e VÍDEOS: temporal que atingiu DF deixou estragos pelas ruas da capital VÍDEOS: temporal com vento forte atinge diversas regiões do DF; houve queda de granizo Segundo Osmar Pinto Junior, coordenador do Elat, a alta quantidade de raios registrada nesses dois dias é rara. "Eu não me lembro de ter visto uma situação tão severa em Brasília, com tantos raios. É um valor muito, muito alto. Normalmente, as tempestades produzem em torno de 100 raios por dia. Tempestades acima de 500 raios são extremamente fortes", analisa. Árvore caiu em cima de uma quadra de exercícios no Parque da Cidade TV Globo/Reprodução Incidência já maior que em 2020 Em todo o ano de 2020, foram registradas 33.506 descargas elétricas na capital federal. O valor é 25% maior que o registrado em 2019, quando o Elat constatou a incidência de 27.475 raios. Já neste ano, nos primeiros 26 dias de janeiro, foram 5.918 raios no DF, um aumento de 41% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a capital registrou 2.429 ocorrências desta natureza. Temporal desta terça (26) provocou alagamentos, queda de árvores e apagão Segundo Osmar, a explicação para o aumento no ano passado foi o fenômeno conhecido como La Ninã, que tem como característica o resfriamento da superfície das águas do Oceano Pacífico. A ocorrência alterou a circulação atmosférica e favoreceu a incidência de tempestades no sudoeste e centro-oeste, incluindo o DF. Temporais são comuns nessa época do ano na capital, por causa da instabilidade atmosférica, com altas temperaturas e baixa umidade. Mas o coordenador do Elat explica que a proporção de raios nos últimos dias foi inesperada. Só na terça, o Corpo de Bombeiros registrou 52 ocorrências de quedas de árvore. "Sem dúvida, Brasília teve tempestades muito severas entre segunda e terça-feira, o que demonstra que as condições estão propícias para acontecer novamente nos próximos dias" , alerta. Osmar também alerta para os riscos das descargas elétricas e orienta a população a evitar fazer atividades esportivas ao ar livre quando o tempo fechar, ou mesmo ficar exposta na rua em temporais. "O risco é maior de atingir pessoas e a rede elétrica. A população tem que ficar muito esperta e evitar ficar ao ar livre. É um perigo. Evitar ao máximo ficar na rua", orienta o especialista. Incidências de raios no Brasil e no DF Fotógrafo do DF registra tempestade de raios sobre Taguatinga e Samambaia - em 2020 Léo Caldas/Divulgação Confira abaixo os dados do Elat sobre incidência de raios: Brasil 2019: 62 milhões de raios 2020: 121 milhões de raios (+51%) Distrito Federal 2019: 27.475 raios 2020: 33.506 raios (+21,95%) 1º de janeiro a 26 de janeiro de 2020: 2.429 raios 1º de janeiro a 26 de janeiro de 2021: 5.918 raios (41% a mais que no ano anterior) 25 e 26 de janeiro: 1.526 raios (25% do mês) O que não fazer durante a chuva A Defesa Civil, o Inmet e o Corpo de Bombeiros, orientam a população a tomar os seguintes cuidados durante fortes chuvas: Em situações de emergência, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil devem ser acionados pelos telefones 193 ou 199, respectivamente; Caso ocorra destelhamento da residência, a orientação é permanecer dentro da casa e procurar abrigo, como uma mesa ou cama; Não segurar objetos metálicos longos, como varas de pesca e tripés, além de não empinar pipas ou aeromodelos com fio; Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Evita lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios, como celeiros, tendas ou barracos, e veículos sem capota, como tratores motocicletas ou bicicletas. Espaços abertos, como campos de futebol e estacionamentos também não são indicados; Não entrar em piscinas ou lagos. Em rios e cachoeiras, o problema é agravado pela possibilidade de tromba d’água; Se for motorista, não passa por locais alagados. Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. VÍDEOS: G1 em 1 Minuto DF Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

Cada unidade de moeda virtual vale um quilo de café. Esse dinheiro pode ser usado para a compra de fertilizantes, máquinas ou outros produtos agrícolas. Trocar café por mercadorias é comum em muitas cooperativas. Já pagar com o valor atualizado do café em tempo real, não. Essa novidade é a promessa da “Coffe Coin”, uma moeda criada pela Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (MG) para facilitar as operações cafeeiras. Criada de forma experimental em agosto do ano passado, a moeda pretende dar novos passos em 2021 para possibilitar trocas fora da cooperativa. Cada unidade de moeda virtual vale um quilo de café. O dinheiro pode ser usado para a compra de fertilizantes, máquinas ou outros produtos agrícolas. O uso da moeda ainda está restrito aos associados. O diretor de novos negócios da Minasul, Luiz Henrique Albinati afirmou que a moeda virtual foi criada para facilitar as transações dos cooperados com a cooperativa. Ela é atualizada monetariamente pelo valor da saca de café. “Ela possibilita fazer compras diversas na cooperativa sem que o cooperado precise vender ou disponibilizar no mercado seu café estocado. Ele pode fazer a venda direta, convertendo o café em moeda interna para trocar por produtos”, contou. Cooperativa cria moeda virtual para facilitar operações cafeeiras no Sul de Minas Divulgação/Minasul As cooperativas costumam utilizar o "barter", que nada mais é do que uma troca direta de café por produtos. Porém, a moeda virtual é um instrumento intermediário entre o café e o produto adquirido que pode sofrer valorização. O instrumento também é totalmente digital, sem burocracia e sem a necessidade de contrato como acontece nas trocas convencionais. Luiz explicou que a “Coffee Coin” é a transformação do ativo café em um ativo monetário que possibilite negociações em todos os níveis de valores. Ele conta que a moeda começou em agosto de 2020 de forma interna na cooperativa. “Começou em agosto de 2020 como teste na troca de produtos das nossas lojas por café dos nossos cooperados. Tudo em uma relação monetizada e corrigida diariamente pela bolsa de Nova York. O cooperado, nosso associado, poderia trocar nas vendas à vista em nossas lojas, o café que ele tem depositado no produto que ele quisesse adquirir. Então, a conversão é feita de forma a monetizar o café do cooperado”, explicou. Funcionamento A "Coffee Coin" é lastreada em café, ou seja, é como se a moeda continuasse ligada à saca de café e sofresse todas as alterações de preços dessa saca. Luiz explica que a expectativa quanto à nova moeda, é que ela se torne cada vez mais forte. “A expectativa com essa criação é que nós tenhamos uma meda forte, lastreada em café e que ela seja uma moeda virtual, porém atrelada a um ativo real, que é o caso do café”, afirmou. Moeda virtual lançada por cooperativa do Sul de Minas Divulgação/Minasul Após a fase de testes, 2021 promete uma expansão. O diretor de novos negócios conta que o próximo passo que será dado é fazer a moeda ser utilizada fora do universo café. “Que tenha valor de mercado e que possa ser comercializada tanto na troca de café, na troca de produtos e como outras moedas virtuais existentes. Os planos para 2021 é que essa moeda extrapole o mercado interno nosso e passe a fazer parte de várias transações financeiras e comerciais que envolvem o negócio café. E, principalmente, que envolvam as necessidades dos nossos cooperados”, finalizou. Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas

Acidente aconteceu na madrugada desta quinta-feira (28) na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no bairro Angelim, em São Luís. Veículo bate em poste na Avenida Jerônimo de Albuquerque em São Luís Douglas Pinto/TV Mirante Um veículo de passeio bateu contra um poste de alta-tensão na madrugada desta quinta-feira (28) na Avenida Jerônimo de Albuquerque, no bairro Angelim, em São Luís. A batida foi tão forte, que um poste de alta-tensão e poste de iluminação pública ameaçam cair no local. Uma equipe da Polícia Militar esteve na via e realizou o tráfego de veículos na Avenida Jerônimo de Albuquerque.
Crime aconteceu no fim da noite de quarta-feira (27), no bairro Barreirinha. Principal suspeita da polícia é de que o caso esteja relacionado com tráfico de drogas. Um homem de 39 anos foi morto a tiros por volta das 23h de quarta-feira (27) no bairro Barreirinha, em Curitiba. Segundo a Polícia Civil, vizinhos contaram que ele estava andando na rua, ao lado do trilho do trem, quando houve uma discussão com outro homem e, logo após, ele foi baleado. A principal suspeita da polícia é de que o caso esteja relacionado com tráfico de drogas. Até a publicação da reportagem, o autor dos tiros não tinha sido localizado pela polícia. Vídeos: mais assistidos Veja mais notícias no G1 Paraná.

Dono admite que teve medo em tanger o animal. "Eu sempre achei que a minha lotérica ficaria famosa por fazer um cuiteense milionário", brinca. Cavalo invade lotérica, assusta clientes e vira piada em Cuité, na Paraíba Uma cena foi registrada no município de Cuité, na Paraíba, quando um cavalo invadiu uma agência lotérica da cidade e deu um susto nas pessoas que estavam no local. O incidente foi registrado na tarde desta quarta-feira (27). O animal relinchava e se movimentava pelo local de forma agitada. Isso fez com que as pessoas, a princípio, tivessem medo de se aproximar. Proprietário da lotérica, Teones Lira de Farias, de 53 anos, brincou, depois que tudo foi resolvido: "Eu sempre achei que a minha lotérica ficaria famosa por fazer um cuiteense milionário. No fim das contas, virou piada no estado inteiro por causa de um cavalo", comentou Teones aos risos. O humor de Teones, contudo, contrasta com o medo que sentiu na hora. Ele explica que foi avisado pela funcionária que estava no atendimento ao público da presença do cavalo. Disse que pensou em abrir a porta para tentar tanger o animal, mas depois recuou. "Ele relinchava muito. Se eu saísse, era capaz de levar um coice", comenta. Coube aos próprios clientes, portanto, a missão de retirar o animal. Três homens que estavam no local na hora da "invasão". "Rapidamente viramos meme. O pessoal postando nas redes sociais que o cavalo ficou com raiva porque não conseguiu receber o dinheiro que ele queria", destacou Teones. "Uma coisa inusitada demais. Nunca achei que isso aconteceria", completa. Teones comenta que, cinco minutos antes da entrada do cavalo na lotérica, o local estava lotado, uma fila com aproximadamente 25 pessoas. No fim, entrou quando a lotérica já estava mais vazia, com apenas três clientes. "Foi sorte. Se estivesse cheio, o risco de acidente seria maior", diz Teones. O dono do cavalo apareceu na lotérica depois. Pediu desculpas e disse que o cavalo estava devidamente preso, mas alguém teria aberto a porteira. "Amigos meus disseram que viram o cavalo correndo agitado pelas ruas da cidade. No fim, engraçou-se com a lotérica e resolveu ficar", finaliza Teones. Cavalo invade lotérica de Cuité, na Paraíba Teones Lira de Farias Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

Policiais militares verificavam um acidente entre um carro e uma moto quando receberam um sinal de passageiros sobre o assalto ao ônibus. Houve troca de tiros, mas ninguém se feriu. Dos 4 criminosos, 2 foram presos. Suspeito é preso após assalto a ônibus na Cidade Nova Reprodução/TV Globo A Polícia Militar trocou tiros com bandidos e prendeu dois suspeitos após um assalto a ônibus na Cidade Nova, na região central do Rio, pouco antes das 6h desta quinta-feira (28). Policiais militares foram chamados para um acidente entre um carro e uma moto quando receberam um sinal de passageiros sobre o assalto ao ônibus. Houve troca de tiros, mas ninguém se feriu. Dos quatro criminosos, dois foram presos — um perto do ônibus e o outro na Avenida Presidente Vargas. Um dos criminosos estava com uma pistola de brinquedo. Eles serão levados para a 6ª DP (Cidade Nova). VÍDEOS: Os mais vistos do Rio nos últimos 7 dias:
Assista aos telejornais da TV Bahia

Na CES, de leitores portáteis acionados por comando de voz a tecnologia para reconhecer falas com diferentes graus de comprometimento Em edição virtual este ano, ocorrida em meados do mês, a CES (Consumer Eletronics Show), feira internacional de eletrônicos que existe desde 1967, ampliou a tendência que já estava presente em 2020, com a oferta de produtos voltados para o mercado da longevidade. Os sensores, capazes de monitorar o estado do idoso, prevenir acidentes e comunicar quedas, continuam em alta, mas há novidades para superar limitações e dar qualidade de vida aos mais velhos. O Voiceitt, que recebeu um prêmio de inovação no evento, tem uma tecnologia para reconhecer falas com diferentes graus de comprometimento. Dessa forma, portadores do problema – como pacientes que sofreram um derrame ou tenham Doença de Parkinson – podem ser compreendidos ou acionar aparelhos que funcionam à base de comando de voz, como o Alexa. OrCam: leitor acoplado aos óculos e acionado por comando de voz captura a imagem de textos e comunica as informações de um jeito audível Divulgação Na coluna que fiz ano passado, já tinha citado uma empresa que vem aumentando sua participação no setor. A OrCam, que oferece leitores portáteis acionados por comando de voz, vem sendo considerada um divisor de águas para quem tem algum tipo de deficiência visual ou mesmo dislexia. Trata-se de um sensor ótico que pode ser acoplado a qualquer tipo de óculos. Ele captura a imagem de textos de um livro, ou smartphone, e comunica as informações por áudio. Nobi: sistema inteligente de iluminação que vai sendo calibrado com a movimentação do indivíduo Divulgação O arsenal de sensores de queda, no formato de pulseiras ou pingentes, é relativamente diversificado, inclusive no Brasil. No entanto, muitos idosos rejeitam usar o equipamento que, na sua opinião, passa uma ideia de fragilidade e dependência. Há alternativas mais sofisticadas que monitoram todo o ambiente doméstico: a Nobi Smart Lamp, cujo vídeo de demonstração pode ser conferido aqui, foi um dos lançamentos da CES. Trata-se de um sistema inteligente que vai sendo calibrado com a movimentação do indivíduo: se ele se senta na beira da cama, a iluminação é reduzida, apenas com o objetivo de evitar a sensação de desorientação. Caso se levante e comece a caminhar, a luz se intensifica. Se o dispositivo detecta uma queda, faz a pergunta: “você caiu?”. Se a resposta não for um “não” com todas as letras, imediatamente faz contato com alguém de confiança ou com um serviço de emergência. Detalhe: Nobi também destranca a porta. Vale lembrar que cerca de 646 mil pessoas morrem por ano em consequência de quedas.

91% classificaram a atividade como 'muito parecida com o normal'; separar atividades domésticas e profissionais e uso da internet são maiores dificuldades. Os desafios do Home Office Divulgação Pesquisa realizada com 145 empresas multinacionais que atuam no Brasil mostra que 58% dos profissionais entrevistados afirmaram estar “muito confortáveis” com o trabalho remoto, contra 36% de pessoas “confortáveis” e 6% “desconfortáveis”. A pesquisa avaliou ainda a dificuldade de trabalhar com equipe remota: 91% classificaram a atividade como “muito parecida com o normal”, “muito fácil”, ou “fácil”. Apenas 9% responderam “difícil”. Apesar desses números, a pesquisa mostra que ainda existem arestas para serem aparadas. Perguntados sobre os desafios de trabalhar remotamente, os profissionais ouvidos apontaram: socializar (68%) desenvolver confiança (33%) comunicar (28%) dar feedback (22%) manter a meta comum (22%) liderar (15%) fazer amigos (14%) Além disso, os profissionais apontam diversos pontos de melhoria que as empresas devem levar em conta na continuidade do trabalho remoto: segurança de dados (79%) comunicação efetiva (74%) maior foco em uma cultura humanizada e colaborativa (70%) manter o engajamento dos trabalhadores (65%) receber/acolher os novos colaboradores (53%) repensar práticas organizacionais (52%) avaliação de performance (51%) investir em ferramentas /treinamentos para o desenvolvimento humano (49%) As empresas que responderam à pesquisa são predominantemente de grande porte, sendo que 69% delas possuem mais de 10.000 funcionários e 70% faturam mais de US$ 1 bilhão por ano. A maioria delas (61%) tem sede fora do Brasil. O estudo foi feito pela empresa brasileira Global Line, especializada em treinamento e consultoria que atua nas áreas de diferenças culturais, trabalho em equipe, diversidade, neurocoaching e autoconhecimento, e pela norte-americana Worldwide ERC, que atua na indústria de talento e mobilidade de profissionais entre diferentes regiões do mundo. Aprendizados incluem adaptabilidade e paciência O estudo detectou aprendizados dos profissionais em home office, como: adaptabilidade e paciência (18%) equilíbrio de vida pessoa/profissional (16%) organização e disciplina (16%) gestão do tempo (11%) abertura ao novo e criatividade (10%) empatia (6%) valorização dos relacionamentos (6%) manter foco (6%) Devido a esses aprendizados, algumas atividades que pareciam muito difíceis acabaram se mostrando mais fáceis, como: comunicação de trabalho em equipe (25%) trabalhar em casa (19%) gestão do tempo pessoal/profissional (18%) não sair de casa (9%) manter o foco (8%) adaptação (8%) isolamento (5%) No balanço geral, o trabalho remoto vem gerando sentimentos majoritariamente positivos: produtivo (52%), protegido (47%), cansado (45%), focado (35%), conectado (30%), solitário (17%), solidário (14%) e receoso (13%). Principais dificuldades A pesquisa também questionou sobre as principais dificuldades enfrentadas pelo trabalho remoto: Para 44%, é coordenar e separar atividades domésticas e profissionais no mesmo espaço 42% colocaram a conexão caseira de internet como um problema Para 40%, ruídos e interrupções caseiras são outro problema 38% admitiram dificuldades para controlar seus horários de começar e encerrar o trabalho 7% reclamaram das vídeoconferências em outros idiomas 2% têm dúvidas sobre o que vestir nas reuniões virtuais Home office antes da pandemia De acordo com a pesquisa, antes da pandemia, apenas 26% enxergavam o home office como uma prática estratégica e real. Para 24% dos entrevistados, seria uma iniciativa aceitável para alguns cargos e posições (profissionais de vendas, por exemplo), 23% apontaram o trabalho remoto apenas como um saída para situações específicas, 14% disseram que era assunto presente nas reuniões de RH sem sair do papel e 12% afirmaram que ele nunca foi considerado. Assista a mais notícias de Economia:

Skins chegam a custar mais de R$ 600 mil em mercado estruturado, que tem influenciadores e parcerias com grifes. Marcas já testam roupas virtuais para além dos jogos. Skins criadas pela Louis Vuitton para personagem de League of Legends, em 2019 Divulgação Em 2019, a grife de luxo Louis Vuitton colocou à venda calças, blusas, brincos, botas e bolsas que não existiam. Ao menos, não fisicamente. Nicolas Ghesquère, diretor artístico de coleções femininas e um dos mais importantes estilistas da marca, foi o responsável por desenhar as roupas virtuais. Elas puderam ser compradas por jogadores de "League of legends". No mundo dos games, esse tipo de produto existe há décadas. São as skins, itens cosméticos que enchem os olhos de jogadores e o faturamento de desenvolvedoras. Como o vestuário da vida real, elas servem para expressar identidade e deixar personagens mais atraentes nos jogos. “Pra nós, [esse mercado] é absolutamente crucial porque é como a gente monetiza os jogos”, define Priscila Queiroz, responsável pelo marketing dos produtos da Riot Games - entre eles, "League of legends". Marcas produzem roupas que só existem no mundo virtual Já o mundo da moda demorou para sacar a convergência entre suas próprias aspirações e os desejos de gamers. Agora, corre atrás para se inserir no universo das roupas que só existem on-line, tentando, inclusive, criar um mercado em torno desse tipo de produto para além dos jogos. Quando fechou parceria com o "LoL", há dois anos, a Louis Vuitton não podia imaginar que, tempos depois, uma pandemia forçaria a moda a se tornar mais virtual do que nunca. Com desfiles cancelados pelo risco de contaminação, grifes tiveram que apelar à tecnologia para apresentar suas coleções. Muitas optaram pelo método mais convencional de transmissão ao vivo, com modelos desfilando para as câmeras. Outras foram mais longe. A francesa Balenciaga criou justamente um jogo de videogame para mostrar versões 3D de suas mais novas peças, num futuro imaginado pelo diretor criativo Demna Gvasalia. Jogo 'Afterworld: The age of tomorrow' foi lançado pela Balenciaga para apresentar coleção Divulgação Ostentação No mundo físico, o isolamento para conter o vírus tornou escassas as ocasiões sociais. A vida on-line sobressaiu. E, nesse cenário, os avatares virtuais ganharam ainda mais força. Só no ano passado, "League of legends" gerou US$ 1,75 bilhão em receita para a Riot, segundo relatório da SuperData, empresa de dados e estatísticas do universo dos games e eSports. Como o jogo é gratuito, a maior parte do faturamento vem da venda de itens cosméticos, que, no "LoL", têm somente função estética, não aumentam o desempenho dos jogadores. “As skins são uma forma de oferecer, ao jogador, opções para que ele expresse seu estilo e sua identidade. É como se ele estivesse numa loja, escolhendo o que lhe representa mais”, explica a responsável pelo marketing da Riot. Uma skin em "League of legends" custa, em média, 1350 riot points (a moeda do jogo), o equivalente a cerca de R$ 28. Algumas, mais caras, são vendidas por 3000 RPs, aproximadamente R$ 64. “Algumas empresas de jogos têm hoje um faturamento anual, gerado por roupas digitais, muito maior do que o faturamento de muita marca de luxo”, explica Cairê Moreira, fundador de uma consultoria brasileira focada em digitalização da moda. Em outros jogos, como "CS:Go", skins raras de armas e facas chegam a ser arrematadas por colecionadores por valores acima de R$ 600 mil. Por trás desses produtos virtuais, há uma cultura de ostentação e um mercado estruturado, com enormes comunidades para negociação de skins e influenciadores que atuam para promovê-las. A Nike é outra gigante da moda que já fatura nesse filão. Em 2019, a empresa se aliou a "Fortnite" para produzir skins inspiradas em Michael Jordan. Nike produziu skins em parceria com o jogo 'Fortnite' Divulgação Já a parceria entre "LoL" e Louis Vuitton deu origem, além das peças virtuais, a uma coleção física dedicada ao jogo. Para Camila Coutinho, uma das mais conhecidas blogueiras de moda do país, a aproximação com o universo dos games mostra que grifes estão preocupadas em atrair o consumidor jovem. “É uma questão estratégica. Por mais que sejam marcas de luxo, que tenham uma história, o tempo passa, o público muda e não dá para viver de passado.” Look de Instagram Olhando para o futuro, algumas empresas experimentam levar as roupas virtuais para além dos games. Já pensou em comprar um vestido para usar apenas em uma foto do Instagram? A grife croata Tribute vende esse serviço. Por valores que podem chegar a US$ 699 (mais de R$ 3.800), um cliente envia uma foto sua à loja e a recebe de volta com um look totalmente novo, que só existe on-line. Roupas virtuais produzidas pela grife croata Tribute Reprodução/Instagram Você pode até achar “Black mirror” demais, mas, para influenciadores, cuja persona na internet é tão (ou mais) importante que a da vida real, a oferta pode ser atrativa. “A gente acredita que tecnologias de realidade aumentada vão tornar tudo isso mais viável. O novo iPad, por exemplo, tem um sensor de área, para aplicar esse tipo de tecnologia”, diz Cairê. Alguns analistas estimam que, à medida que dispositivos assim se tornem mais acessíveis, a moda virtual se tornará comum em cerca de 10 anos. O fundador da consultoria especializada no tema acha que esse tempo pode ter sido encurtado pela pandemia. “O virtual não vai substituir o físico. Mas a moda está passando por um processo de digitalização, pelo qual já passou o mercado automotivo, por exemplo. A pandemia acelerou esse processo.” VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

Antes de liberar a câmera para escanear QR Code, app vai pedir liberação por digital ou reconhecimento facial em celulares compatíveis. Biometria será exigida quando usuário tentar ler um novo QR Code para logar em um computador. Divulgação/WhatsApp O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (28) que o login na versão web vai depender de uma autenticação biométrica nos celulares que possuem leitor de digital ou reconhecimento facial. Para vincular o WhatsApp Web ou Desktop à conta do app, será solicitado o desbloqueio biométrico (com reconhecimento facial ou impressão digital), antes da leitura do QR Code. A liberação por biometria será exigida somente no login da sessão. Após escanear o QR Code, a sessão vai permanecer ativa e não será encerrada quando você fechar o navegador. Reconhecimento facial será exigido quando usuário tentar ler um novo QR Code para logar em um computador. Divulgação/WhatsApp O app explica que a autenticação acontece no dispositivo e que o WhatsApp não pode acessar as informações biométricas armazenadas pelo sistema operacional do celular. O mecanismo de segurança vai ser habilitado por padrão em aparelhos compatíveis e não há opção para removê-lo – a não ser que a pessoa desative a leitura de impressão digital ou reconhecimento facial no aparelho em si. SAIBA MAIS: Veja as melhores medidas para se proteger de ameaças e hackers Entenda por que é perigoso usar o WhatsApp Web em computadores públicos A tela de autenticação WhatsApp Web nos celulares também será remodelada, permitindo controle maior de quais computadores estão conectados. A novidade vai começar a ser liberada nas próximas semanas, segundo o aplicativo. Veja os vídeos mais assistidos do G1

O jornalista Edimilson Ávila recebe Salvino Oliveira, secretário municipal de Juventude. A pandemia trouxe o reflexo do desemprego. Entre tantos que perderam trabalho, estão principalmente jovens que vivem em favelas. Uma pesquisa da Agência de Redes para a Juventude mostra que 60% dos jovens de comunidades das zonas Norte e Oeste perderam mais da metade da renda neste período. Como tentar retomar o emprego? O que a Prefeitura está planejando para ajudar? Quais são as regiões mais críticas? Neste episódio do Desenrola, Rio, o jornalista Edimilson Ávila recebe Salvino Oliveira, secretário municipal de Juventude. Você pode ouvir Desenrola, Rio no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Deezer ou no Apple Podcasts. Assine ou siga Desenrola, Rio, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Ouça os outros episódios Desenrola, Rio #01: desemprego Desenrola, Rio #02: cachorro na praia, pode? Desenrola, Rio #03: por que o comércio vai de mal a pior? Desenrola, Rio #04: e se o RJ sair do regime de recuperação fiscal? Desenrola, Rio #05: o uso da força em operações policiais Desenrola, Rio #06: O impasse do sambódromo e o próximo carnaval Desenrola, Rio #07: O drama dos ex-alunos da Gama Filho e UniverCidade tem solução? Desenrola, Rio #08: Sérgio Cabral vai ficar preso para sempre? Desenrola, Rio #09: Estado tem maior taxa de mortalidade em hospitais do país Desenrola, Rio #10: O VLT tem jeito? Desenrola, Rio #11: a novela da Linha Amarela Desenrola, Rio #12: Por que a cidade sofre tanto com temporais? Desenrola, Rio #13: A importância da vacina contra o sarampo Desenrola, Rio #14: O que explica o sucesso do Flamengo? Desenrola, Rio #15: Como o dinheiro do petróleo pode ajudar o Rio? Desenrola, Rio #16: Uma cartilha para prevenção da violência Desenrola, Rio #17: Por que a cidade vive tantas crises na Saúde? Desenrola, Rio #18: As mortes no trânsito Desenrola, Rio #19: Por que não conseguimos despoluir a Baía de Guanabara? Desenrola, Rio #20: O monitoramento de crises no Rio Desenrola, Rio #21: Estado pode viver epidemia de sarampo Desenrola, Rio #22: Como estamos nos preparando para o coronavírus? Desenrola, Rio #23: Como se preparar para temporais cada vez mais frequentes? Desenrola, Rio #24: entrevista com a secretária municipal de Saúde Desenrola, Rio #25: Não é não! Desenrola, Rio #26: Qual o futuro do carnaval? Desenrola, Rio #27: Como o estado se prepara para a pandemia de Covid-19 Desenrola, Rio #28: As consequências para a economia do Rio com o coronavírus Desenrola, Rio #29: A reação do Rio ao discurso de Bolsonaro Desenrola, Rio #30: os termos que envolvem o coronavírus Desenrola, Rio #31: Quanto o Rio precisa para sobreviver à pandemia? Desenrola, Rio #32: o estado está chegando perto do pico da epidemia? Desenrola, Rio #33: a fiscalização de gastos na calamidade Desenrola, Rio #34: A solidão na pandemia Desenrola, Rio #35: o ‘lockdown’ recomendado no estado Desenrola, Rio #36: O comércio em dois meses de isolamento social Desenrola, Rio #37: Como estudar à distância para o Enem sem o básico? Desenrola, Rio #38: fiscalização e brechas de contratos emergenciais Desenrola, Rio #39: O caldeirão político no meio da pandemia Desenrola, Rio #40: As fases da flexibilização da prefeitura Desenrola, Rio #41: Por dentro da denúncia de impeachment Desenrola, Rio #42: Como o coronavírus está se comportando nas favelas? Desenrola, Rio #43: O levantamento próprio das favelas na pandemia Desenrola, Rio #44: O impacto da pandemia nos jovens das favelas Desenrola, Rio #45: O que fazer com o ano letivo de 2020? Desenrola, Rio #46: Os caminhos da desigualdade Desenrola, Rio #47: 'Tempo é bom' para Wilson Witzel? Desenrola, Rio #48: Retornar ou não com as aulas? Desenrola, Rio #49: um balanço de 5 meses de isolamento Desenrola, Rio #50: cidade terá estacionamento por aplicativo Desenrola, Rio #51: o caso Flordelis e a imunidade parlamentar Desenrola, Rio #52: Witzel afastado pelo STJ e Crivella ameaçado por investigações Desenrola, Rio #53: O impasse da recuperação fiscal Desenrola, Rio #54: transportes do estado à beira do colapso Desenrola, Rio #55: o rumo do transporte sobre trilhos Desenrola, Rio #56: os desafios de uma educação em baixa Desenrola, Rio #57: os riscos de mudar a proteção de restingas e manguezais Desenrola, Rio #58: A volta às aulas da rede estadual Desenrola, Rio #59: multas e serviços do Detran na pandemia Desenrola, Rio #60: Desemprego bate triste recorde no estado Desenrola, Rio #61: Uma eleição no meio da pandemia Desenrola, Rio #62: O passo a passo da votação Desenrola, Rio #63: A preparação para o segundo turno Desenrola, Rio #64: A disputa entre Crivella e Paes Desenrola, Rio #65: o vereador mais votado e a atuação da Câmara Desenrola, Rio #66: os desafios na educação para 2021 Desenrola, Rio #67: Os desafios econômicos de 2021 para a prefeitura Desenrola, Rio #68: prefeito em exercício de uma cidade no vermelho Desenrola, Rio #69: o planejamento para a Educação em 2021 Desenrola, Rio #70: Prefeitura lança aplicativo para a Covid-19 Desenrola, Rio #71: Poucas doses e muita expectativa Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

Interessados devem entrar em contato através dos telefones ou e-mails informados abaixo. Uma das empresas oferece vaga de emprego para auxiliar administrativo Alcinete Gadelha/G1 Empresas da cidade de Feira de Santana, há cerca de 100 km de Salvador, divulgaram vagas de empregos disponíveis para esta quinta-feira (28). Há vagas para auxiliar administrativo, motorista e outros. Os interessados devem entrar em contato por e-mail e enviar o currículo para o setor responsável pela seleção. Confira vagas: Motorista com habilitação B Com ou sem experiência Enviar currículo para o e-mail: [email protected] 1 vaga Vendedores externos Com ou sem experiência, com veículo Enviar currículo para o e-mail: [email protected] 2 vagas Assistente de PCP Com experiência mínima de 1 ano comprovado em carteira, ambos os sexos. Enviar currículo para o e-mail [email protected] 1 vaga Auxiliar administrativo Com experiência anterior com gestão com conhecimento em autoCAD; com habilitação. Currículo para o e-mail: [email protected] 2 vagas Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista aos vídeos do BATV💻

Funcionários da empresa que tem a concessão fizeram greve por falta de pagamento. Prefeitura planeja detalhes de nova licitação. Barretos (SP) suspende contrato de concessão e fica sem transporte público A Prefeitura de Barretos (SP) suspendeu o contrato de concessão do transporte público com a empresa Viasa, alegando que a medida foi tomada para assegurar uma prestação de serviço adequada. Os motoristas dos ônibus entraram em greve no dia 18 de janeiro por falta de pagamento. Os funcionários da viação não receberam os salários de dezembro e janeiro, nem o 13º salário. Barretos (SP) fica sem transporte após quebra de contrato com concessionária. Reprodução/EPTV O advogado da concessionária, Lucas Meirelles de Souza, explica que já havia dificuldade de pagamento desde 2014 por causa de gratuidades impostas pelo município. "A empresa vinha já com uma certa dificuldade desde o ano de 2014 por conta das imposições das gratuidades aqui do município. Por último, houve uma nova imposição no ano passado, que foi em relação ao enfrentamento da Covid-19. Isso resultou em um prejuízo mensal de R$ 300 mil por mês. O caixa esvaziou e não foi possível cumprir as obrigações”, diz. O advogado da viação Viasa de Barretos (SP), Lucas Meirelles de Souza Reprodução/EPTV Com a falta de ônibus, a Defensoria Pública entrou em ação. “Caso não seja retomado o serviço até sexta-feira, 29 de janeiro, nós ajuizaremos uma ação civil pública. Não podemos admitir que as pessoas mais simples, que necessitam fazer uso do transporte coletivo urbano, sejam penalizadas por esse desentendimento entre o município e a concessionária”, declara Fábio Henrique Esposto, defensor público de Barretos. Fábio Henrique Esposto é defensor público em Barretos (SP). Reprodução/EPTV A prefeita Paula Lemos (DEM) ressalta que o novo processo de licitação deve obedecer a nova realidade da cidade. “O processo que a gente precisa analisar é que aumentou o número de bairros, então eu preciso fazer uma nova licitação obedecendo essa nova realidade de Barretos”, finaliza. Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca

Ela e o marido, ambos com mais de 80 anos, receberam a primeira dose da imunização no município de Cedro, região Centro-Sul do estado. Dona Quiquinha, 82, e o marido Luís Francisco, 85, foram imunizados nesta quarta-feira (27). Wandenberg Belém/SVM A aposentada Francisca Bezerra, de 82 anos, carinhosamente conhecida como "Dona Quiquinha", é moradora de Cedro, na região Centro-Sul do Ceará, e recebeu a primeira dose da vacina contra Covid-19 na última quarta-feira (27). Além dela, o marido Luís Francisco, de 85 anos, também foi vacinado. Mesmo antes de receber o imunizante, a idosa já fazia campanha a favor do imunobiológico nas redes sociais. “Eu já tinha Whatsapp. O Marciel [neto] me orientou muito, e eu fiquei com Whatsapp, e fiquei procurando [informações sobre a vacina]. Eu falava muito com minha família, nos grupos que eu tenho muitos. Então, quando chegou a pandemia, aí eu já procurei saber, nas redes sociais, o que era a pandemia, aí entendi que foi uma mortalidade muito grande que aconteceu. Eu escutava nos jornais, assistia tudo. Então, eu fiquei sempre pedindo a Deus que aparecesse um meio de que a gente tomasse uma vacina, e se livrasse mais dessa doença”, relembra Dona Quiquinha. A idosa utiliza as redes sociais que possui, Facebook e Instagram — além do aplicativo de mensagens — para compartilhar mensagens positivas sobre a vacinação. “Eu mando áudio, compartilho as notícias direto, assisto os jornais direto, aí é assim que hoje estou orientada”, complementa a aposentada. Independente da plataforma, Dona Quiquinha reforça o conselho: "tome a vacina, que é uma coisa muito boa para a gente. Eu já vacinei, já estou aqui com o cartão para a segunda etapa. Se Deus quiser, eu vou tomar a segunda dose, e eu falo isso para todo mundo, dou esse recado. Seja forte e firme com o que está acontecendo no mundo”. “Porque as pessoas ficam com muita conversa, que a vacina dói, que a vacina é pra matar. Outros dizem que a vacina é um carimbo negativo. A vacina é uma cura para todos nós”, finaliza ela que também se dedica a não compartilhar fake news sobre o tema. Vacinação em Cedro Dona Quiquinha está entre os 280 idosos que a secretaria municipal de Saúde de Cedro pretende imunizar com as vacinas da Oxford/Astrazeneca que foram fornecidas ao município pelo Governo do Ceará. Ela e o marido foram um dos primeiros contemplados com o processo que iniciou nesta quarta-feira (27). “Estamos iniciando em quatro bairros aqui no município de Cedro. Então, a gente optou por fazer casa a casa. A equipe irá passar nas residências e realizar a imunização”, explica Simone Firmo, coordenadora da atenção básica em Cedro. Apesar da vacinação, Simone reforça que as medidas de biossegurança precisam continuar sendo adotadas. “Vale ressaltar que se você recebeu a vacina você está livre da Covid. Então, é preciso continuar com os cuidados, o uso da máscara, lavagem das mãos, manter o distanciamento e não receber visitas. A gente continua com a mesma cautela de antes”, complementa a coordenadora. Simone também alerta que é necessário esperar a segunda dose da vacina, e um prazo para que o próprio organismo comece a produzir os anticorpos contra o coronavírus. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto:

Universidade passou a reforçar a capacidade de realização de diagnósticos da Covid-19 ainda em abril do ano passado e se tornou o principal processador de exames RT-PCR no estado. Imagem ilustrativa de teste PCR Horth Rasur/Shutterstock A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), maior parceira do estado na realização de diagnósticos de Covid-19, não recebe amostras da Fundação Ezequiel Dias (Funed) para processamento do teste RT-PCR desde o início de janeiro, mesmo com o recrudescimento da pandemia. O motivo, segundo o pesquisador da universidade Flávio Fonseca, é falta de pessoal da Funed para fazer a triagem das amostras. “Com a alta demanda, a Funed está sem pessoal para aliquotar este material”, explicou. Até o final do ano passado, a Fundação realizava a fase pré-analítica, denominada aliquotagem, que incluía o recebimento, triagem e preparo de um total de 2.550 amostras por semana antes de encaminhá-las à UFMG. A Funed confirmou que não tem condições de continuar fazendo esta pré-análise, por causa do aumento da demanda. E que a universidade não está recebendo as amostras primárias porque também faltam profissionais para realizar o trabalho dentro da universidade. "Assim que eles comunicarem que estão aptos a receber as amostras originais da Fundação Ezequiel Dias (Funed), elas serão enviadas para eles novamente", disse em nota. Por causa desse impasse, mesmo com laboratórios disponíveis para fazer os testes em Belo Horizonte, a Funed acaba tendo que enviar as amostras para o Ministério da Saúde, que as encaminha a laboratórios em outros estados, como Fiocruz (RJ), Fiocruz (CE) e Dasa (SP). Campus Pampulha da UFMG Foca Lisboa/UFMG/Divulgação A universidade passou a reforçar a capacidade de realização de diagnósticos da Covid-19 ainda em abril do ano passado e se tornou o principal processador de exames RT-PCR em Minas Gerais, chegando a fazer mais análises do que a própria Funed. Na edição do boletim epidemiológico especial de 9 de dezembro, a universidade havia executado 88.040 diagnósticos, enquanto a fundação tinha feito 76.820. Ao G1, a UFMG informou que os sete laboratórios da universidade têm capacidade de realizar 2 mil testes diários. Afirmou, ainda, que "sempre esteve e continuará à disposição da Funed para contribuir com o processo de testagem". (Veja a íntegra no final da reportagem) Já a fundação informou apenas que abriu chamamentos emergenciais para contratação de 16 pessoas para atender a demanda. Outras 29 deverão ser contratadas nos próximos meses. Com fábrica de vacinas e dinheiro em caixa, Minas fica de fora da produção de imunizantes contra a Covid-19 Rede credenciada A Funed conta com 14 laboratórios que integram a rede de diagnósticos. Para se tornar habilitado, cada laboratório precisou passar por um estudo de concordância, com resultado satisfatório. Esse estudo consistiu na disponibilização de um painel de amostras positivas e negativas, previamente analisadas pela Funed. Era necessária concordância de 100% dos resultados. Com a rede credenciada, o número médio de exames realizados diariamente saltou de 77 no início da pandemia para 2.964 em dezembro. Desde o início do ano, no entanto, além da UFMG, outros três laboratórios não receberam as amostras. O G1 já mostrou que o laboratório da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) também deixou de realizar exames por falta de insumos, que deveriam ser enviados pelo estado. O laboratório da universidade atendia demanda de 31 municípios da região. A suspensão dos testes aconteceu em outubro do ano passado e perdura até agora, segundo a coordenadora do laboratório de Covid-19 da Ufop, Cláudia Carneiro. “Continuamos aguardando para início do mês de fevereiro a retomada de fornecimento de insumos pelo estado. Em meados de outubro, informamos ao estado que o que havia sido enviado já estava no limite. No dia 30 de outubro, encerramos os testes por causa disso.” A Funed confirmou a dificuldade para obtenção dos produtos, mas não estipulou um prazo para normalizar a situação. Veja o posicionamento da UFMG na íntegra: Os sete laboratórios da Universidade Federal de Minas Gerais que fazem parte do projeto CooLabs Covid-19 têm, juntos, a capacidade de realizar dois mil testes diários. Funcionando em rede, com o apoio financeiro da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informações (MCTI), os laboratórios são credenciados e estão aptos a trabalhar na fase pré-analítica dos testes e têm mantido uma parceria colaborativa com a Funed no suporte laboratorial à detecção do SARS-Cov-2. De março a dezembro de 2020, os laboratórios que compõem a rede CooLabs Covid-19 ultrapassaram a marca dos 100 mil testes do tipo RT-PCR para a Covid-19 e as equipes envolvidas seguem somando esforços para atender a população de Minas Gerais. A UFMG sempre esteve e continuará à disposição da Funed para contribuir com o processo de testagem. Minas envia testes de Covid-19 para serem feitos fora do estado Vídeos mais assistidos no G1 Minas nos últimos 7 dias:

Filme estreia nesta quinta (28) e tem Paolla Oliveira e Renata Sorrah no elenco. Ator diz que está reservado para nova novela e critica 'cultura do cancelamento' na internet. Juliano Cazarré estrela suspense 'Dente por dente' Divulgação Violência social, luta por moradia e desaparecimentos de quem tenta gritar por tudo isso se misturam no suspense "Dente por dente", que alterna sonho e realidade do protagonista vivido por Juliano Cazarré. Dirigido por Júlio Taubkin e Pedro Arantes, o filme estreia nesta quinta-feira (28) em 116 salas de cinema. Violência social, luta por moradia e desaparecimentos de quem tenta gritar por tudo isso se misturam no suspense “Dente por dente”, que alterna sonho e realidade do protagonista vivido por Juliano Cazarré. Dirigido por Júlio Taubkin e Pedro Arantes, o filme estreia nesta quinta-feira (28) em 116 salas de cinema. Cazarré vive o segurança Ademar, sócio de uma empresa que presta serviço para uma grande construtora de São Paulo. Quando seu sócio Teixeira (Paulo Tiefenthaler) desaparece, ele começa a investigar um esquema criminoso da empreiteira e a relação com movimentos de luta por moradia. O ator conduz a história basicamente sozinho, com a ajuda de alguns personagens secundários. Paolla Oliveira e Renata Sorrah, que aparecem em destaque nos anúncios do filme, fazem pequenas participações. Para Cazarré, a solidão em cena foi fundamental para descobrir como lidaria com o desafio de encarar um suspense: "Quando recebi o roteiro, gostei muito da história e também de ser um suspense. Mudou minha atuação, eu geralmente sou mais contido e agora tive que aprender a lidar com reações e sustos. Foi muito gostoso fazer esse exercício. E também ver que qualquer tipo de cinema pode mostrar a realidade. Ariano Suassuna fazia isso muito bem com a comédia", conta. Renata Sorrah, Juliano Cazarré e Paolla Oliveira em cartaz do filme 'Dente por dente' Divulgação Para criar esse "justiceiro", Juliano e a equipe do filme visitaram ocupações e movimentos que lutam por moradia. "É um espelho da realidade brasileira. E, com a pandemia, o mercado imobiliário aqueceu ainda mais,", diz o ator. "O filme é uma denúncia a essa violência, mas também uma denúncia estética. Em São Paulo, como também em grandes centros urbanos pelo mundo, Barcelona, Paris, Nova York, há prédios cada vez maiores. Esse estupro estético que é a arquitetura contemporânea, que transforma bairros e casas com cara de pessoas em prédios horrorosos e impessoais." Quarentenado, religioso e cancelado Temporada 2019 da Paixão de Cristo será de 13 a 20 de abril Joalline Nascimento/G1 O ator passou a maior parte de 2020 dentro de casa, auxiliando os três filhos com as aulas on-line e a gravidez da esposa Letícia. Ele também se tornou religioso: voltou a frequentar missas, se casou na igreja depois de 10 anos de casamento civil e batizou a primeira filha de Maria Madalena. "A minha volta para a Igreja Católica e minha relação com Deus ajudaram a melhorar as minhas ansiedades e eu fico com vontade de compartilhar isso com quem gosta de mim. Nas capitais do Brasil, você é alvo de deboche quando diz que acredita em Deus, mas no interior isso é muito forte", diz. O ator já foi "cancelado" na internet por comentários sobre masculinidade. Em 2019, foi acusado de ter sido machista ao publicar a seguinte frase: "PROVER E PROTEGER: a masculinidade faz do mundo um lugar mais seguro". Nas redes sociais, ele costuma ironizar as críticas que recebe. Ao G1, diz que "não acredita em cancelamento", mas acha um comportamento perigoso. "A gente tem que ficar muito atento porque essa turma não sabe com o que está mexendo. O fascismo, o nazismo e a União Soviética também faziam isso." "Tem uma galera que fica assim 'alô, Globo, vem ver o que o seu ator está falando'. E quer o que? Que a pessoa seja demitida, quer o fim, a derrota daquela pessoa só porque ela não acredita na mesma coisa que você? Isso é perigoso, gente." O ator conta que só saiu de casa entre agosto e outubro, para finalizar as gravações de "Amor de mãe", novela das 21h. Mesmo assim, ele já quer gravar outra. Ele também conta que está escrevendo um livro de poesia infantil inspirado nos filhos. "Minha vontade é voltar para as novelas, eu gosto muito de fazer. 'Amor de mãe' começou e parou, a segunda parte foi menor do que o tínhamos programado, então fiquei com gostinho de quero mais. Sei que estou reservado para uma próxima, mas como ainda não recebi convite oficial, não posso falar." VÍDEOS: Semana pop explica temas do entretenimento

Dupla invadiu terreno com um caminhão, colocou os animais na carroceria e saiu da fazenda. Um dos suspeitos conseguiu fugir. Polícia devolveu os animais à fazenda após interceptar caminhão Divulgação/Polícia Militar A polícia prendeu um homem suspeito de furtar vacas e bezerros de uma fazenda em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O crime foi na noite desta quarta-feira (27). Policiais contaram que foram acionados pelo vigia que trabalha no terreno vizinho. Segundo os militares, o homem contou que percebeu uma atitude suspeita na fazenda, onde havia um caminhão na área onde os gados costumam ficar. Ainda de acordo com a PM, o vigia relatou que a fazenda já foi assaltada anteriormente. Quando os policiais chegaram nas proximidades, depararam com o caminhão já saindo da propriedade, às margens da LMG-800. Foi dada ordem de parada. Quando o veículo parou, dois homens tentaram fugir. O motorista foi capturado. O homem confessou aos militares que ele e um comparsa entraram na fazenda e colocaram 15 animais na carroceria do caminhão. Foram 13 vacas e 2 bezerros da raça Nelore. Segundo a PM, cada vaca é avaliada em R$ 4 mil e os bezerros, R$ 2 mil. O motorista já tem passagens por crime contra o patrimônio. Ele foi encaminhado para a delegacia. Os animais foram devolvidos à fazenda. Os vídeos mais vistos do G1 Minas nos últimos dias:

Os 778 carros e motos a serem leiloados nas duas datas foram removidos e apreendidos em depósitos sob a guarda do órgão, por infrações ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Posto de Atendimento do Detran-PB, no bairro do Valentina Figueiredo, em João Pessoa. Reprodução/TV Cabo Branco O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) realiza nesta quinta-feira (28) a partir das 9h, o primeiro leilão de veículos de 2021. De acordo com o Detran, os 778 carros e motos a serem leiloados nas duas datas foram removidos e apreendidos em depósitos sob a guarda do órgão, por infrações ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O leilão acontece exclusivamente pela internet nesta quinta-feira (28) e na sexta-feira (29). Conforme o edital, o leilão será realizado por leiloeiro público, com suporte técnico de empresa credenciada ao órgão para esse fim. Portanto, o primeiro evento do ano ocorrerá por meio de um site, onde se encontram as imagens dos veículos para visitação virtual e oferta de lances, sendo classificados como recuperáveis e sucateados. Para participar do leilão de forma online basta acessar o site indicado, realizar o cadastro e ofertar seus lances via internet, acompanhando os lances de terceiros. Ainda de acordo com o edital, o valor mínimo de venda do bem deve ser igual ou maior que o valor da avaliação. Mais informações podem ser obtidas na íntegra dos editais, disponíveis no site. Detran-PB realiza leilão com mais de 700 veículos esta semana Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba

Balanço corresponde ao número de pessoas que receberam 1ª dose até final da tarde de quarta (26). Lotes com vacinas de Oxford também chegaram a todas as regiões de SC. Enfermeiro foi o primeiro vacinado em Santa Catarina Diorgenes Pandini/ NSC Santa Catarina aplicou 48.733 doses da vacina contra a Covid-19, informou a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC). A quantidade corresponde ao período entre 19 de janeiro e final da tarde de terça (26). Esse quantitativo é só de doses da CoronaVac. Como nem todos os municípios que divulgaram as informações sobre a vacinação, o levantamento é preliminar e o número pode ser maior, segundo a Dive. Nesta etapa da campanha, o público-alvo da vacinação é composto por pessoas acima de 60 anos e pessoas com deficiência que morem em instituições de longa permanência, povos indígenas que vivam em aldeias e profissionais da saúde. O órgão também divulgou os grupos vacinados dentro das 48.733 doses: 42.096 doses para trabalhadores da saúde; 4.874 doses para idosos que moram em instituições de longa permanência; 198 doses para pessoas com alguma deficiência e que morem em alguma instituição de longa permanência; 1.565 doses para indígenas. No total, o estado recebeu 144.040 doses da CoronaVac. Desse montante, foram distribuídas 71.040 para as regionais de saúde. De lá, esse material chegou a todos os municípios catarinenses, conforme a Dive. Vacinação contra Covid em SC: veja perguntas e respostas Vacina em Florianópolis: veja quem pode ser vacinado hoje e o que fazer Veja a situação e a expectativa em casas geriátricas com início da vacinação Novo carregamento de vacinas da CoronaVac chegou nesta segunda-feira em Florianópolis Ministério da Saúde/Divulgação As doses restantes estão armazenadas na Central Estadual de Rede de Frio da Dive para serem utilizadas como segunda dose. O envio será feito a partir da próxima terça-feira (2). Para que a pessoa seja considerada imunizada, são necessárias duas doses, com intervalo de 15 dias entre elas. Na segunda, o estado recebeu mais um lote do Ministério da Saúde com 21,6 mil doses da CoronaVac. Vacina de Oxford Nesta quarta-feira (27), a Secretaria de Estado da Saúde informou que todos os lotes da vacina de Oxford chegaram a todas as regiões catarinenses até a noite de terça (26). A Dive-SC informou que até a tarde desta quarta os municípios não haviam começado a aplicação dessas doses, mas a vacinação com este imunizante deve começar em breve. No total, o estado recebeu 47,5 mil doses do imunizante de Oxford. Essa vacina também precisa de duas doses, mas o intervalo entre elas é de 12 semanas. Segundo a Dive, como esse período é maior, existe a expectativa de que a segunda dose seja encaminhada com o início da produção nacional do imunizante pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que está prevista para começar em fevereiro. Initial plugin text VÍDEOS: Vacinação contra a Covid-19 em SC Veja mais notícias do estado no G1 SC

Ação é uma iniciativa dos artistas visuais Vital Lordelo e Julia da Costa. Objetivo é beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social. Julia da Costa e Vital Lordelo Créditos: Vital Lordelo e Hermes de Paula Os artistas visuais Vital Lordelo e Julia da Costa, em parceria com a jornalista Rapha Dona Flor, irão doar obras de arte em troca de cestas básicas. Serão doadas 42 obras. A ação vai beneficiar a ONG Desobedeça, que atua na defesa dos direitos humanos e da comunidade LGBTQI+ em Porto Alegre. As cestas básicas serão doadas pela ONG para a creche Cantinho da Criança, que tem cadastro de famílias, dentre elas LGBTQIs. "Nossa intenção é gerar sorrisos e fazer circular uma energia de afeto. E eu gostaria muito de fazer o bem de uma forma coletiva", comenta Vital. O catálogo de obras pode ser conferido pelo Instagram @rapha_donaflor, a partir desta quinta-feira (28). Os interessados em adquirir podem escolher e realizar a reserva da obra por meio de mensagem privada no Instagram. A confirmação de compra é feita após a aquisição de uma cesta básica. Mais informações sobre o processo serão informadas no momento da compra. Desde o início da pandemia, a ONG realiza doações para a creche Cantinho da Criança. Aos finais de semana, são distribuídas marmitas para as famílias previamente cadastradas. Obra Aconchego Divulgação / Vital Lordero

Segundo Fhemig, a previsão é que a segunda dose seja aplicada no dia 1º de fevereiro, no ambulatório do Hospital Eduardo de Menezes, mas, até o momento, apenas um dos profissionais de saúde vacinados foi comunicado da data em que receberá a vacina. Fotos de pessoas que já receberam primeira dose da vacina contra a Covid-19 em Minas Gerais, entre 18 e 21 de janeiro. Arquivo G1 Ansiedade. Este é o sentimento citado pelos cinco primeiros profissionais da saúde vacinados contra a Covid-19 em Minas Gerais, que agora aguardam receber a segunda dose da CoronaVac, em Belo Horizonte. A primeira dose foi aplicada há exatamente 10 dias. Ate o momento, eles não apresentaram reações à vacina e apenas um deles foi informado sobre a data da próxima aplicação. Minas Gerais vacinou 115 mil pessoas até o momento; 90% são profissionais de saúde Vacinação contra a Covid-19 em MG: perguntas e respostas Com fábrica de vacinas e dinheiro em caixa, Minas fica de fora da produção de imunizantes Todos eles atuam na linha de frente no combate ao coronavírus no Hospital Eduardo de Menezes, unidade que é referência em infectologia e Covid-19 no estado. Maria do Bonsucesso Pereira, de 57 anos, foi a primeira pessoa a ser vacinada contra a Covid-19 em MG Reprodução/TV Globo A técnica em enfermagem Maria Bonsucesso, de 57 anos, foi primeira mineira a ser vacinada contra o coronavírus, no dia 18 de janeiro. Ela contou que está passando bem e acredita que irá receber a segunda dose do imunizante na primeira semana de fevereiro, mas não foi oficialmente comunicada. "Estou muito boa, não senti nada, nenhuma reação após tomar a vacina. Estou muito bem, mas ansiosa aguardando a data para receber a segunda dose. Ainda não fui informada oficialmente, mas procurei o hospital e eles disseram que a minha dose já está reservada. Eu acredito que devo recebê-la até o dia 8 de fevereiro", disse Maria. Técnica de enfermagem é a primeira pessoa vacinada contra o coronavírus A médica Teresa Garamano Barros também não teve reação vacinal e está com muita expectativa para saber quando receberá a segunda dose do imunizante. "Passando super bem, nenhuma reação vacinal, me sentindo bem disposta e com muita ansiedade e expectativa para a segunda dose, para me sentir realmente protegida. Não fui informada da data da aplicação da segunda dose, mas a diretoria do hospital me tranquilizou dizendo que tem essa dose e será aplicada” , contou Teresa. Médica está entre os primeiros a serem vacinados em Minas Gerais Vacinas chegaram em Minas Gerais na segunda-feira (18). Saulo Luíz/TV Globo Thiago Libério Santana Medina, técnico de enfermagem, também aguarda informações a respeito da segunda dose da CoronaVac. Ele disse também que não teve nenhuma reação à vacina. "Não tive reação, não tive alergia, super tranquilo, boa aceitação para o organismo. Estou ansioso para tomar a segunda dose para ficar mais protegido e ter mais esperança de as coisas começarem a voltar ao normal. Ainda não foi comunicado pela data, mas sei, pelas minhas contas, que será semana que vem”, contou Thiago. Técnico de enfermagem é um dos primeiros vacinados de MG Já a enfermeira intensivista Adiléia Pereira de Jesus foi comunicada que deverá receber a segunda dose no dia 4 de fevereiro, no Centro de Saúde Jardim Montanhês, na Região Noroeste de BH. “Não tive nada, nenhum sintoma, passando super bem. Expectativa é boa para ficar imunizada, ficar reforçada, só estou esperando a segunda dose que irei tomar no dia 4 de fevereiro. Como faço parte da pesquisa, minha dose é diferente da que será aplicada no Eduardo de Menezes, por isso, tomarei no Centro de Saúde", explicou. Enfermeira está entre os primeiros vacinados de Minas Gerais O fisioterapeuta respiratório Moisés Alves Senra disse que os dias depois da primeira dose foram "tranquilos". "Estou me sentindo super bem, sem reação e na expectativa de receber a segunda dose, que é quando realmente ficarei imunizado. A data ainda não me passaram, quero muito tomar para ficar mais tranquilo", contou Moisés. Fisioterapeuta é um dos primeiros a serem vacinados em Minas Gerais Aplicação da segunda dose de CoronaVac Aplicação de vacina Coronavac, contra a Covid-19 TV Globo A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informou em nota que a previsão da segunda dose é no dia 1º de fevereiro, no Ambulatório do Hospital Eduardo de Menezes. Ainda segundo a nota, o hospital está "apenas aguardando que a Gerência de Saúde do Trabalhador divulgue o cronograma da 2ª dose". A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) disse que os cinco primeiros profissionais de saúde imunizados em Minas Gerais deverão receber a segunda dose da CoronaVac conforme o calendário preconizado pelo Ministério da Saúde, com intervalo de 2 a 4 semanas. "Como todos eles trabalham no Hospital Eduardo de Menezes, que é referência para o atendimento a pacientes Covid-19, todos deverão receber a segunda dose na própria unidade". Ainda segundo a SES-MG, "é importante esclarecer que, ao receber a primeira dose da vacina, o cidadão já é informado de quando deverá retornar para receber a D2, seguindo o mesmo protocolo adotado nas demais campanhas de vacinação". A segunda dose da CoronaVac, do Instituto Butantan, precisa ser tomada num intervalo de 14 a 28 dias; e a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, da Fiocruz, que ainda não começou a ser aplicada em Minas, em 12 semanas. Os vídeos mais vistos do G1 MG nesta semana:
São 24 oportunidades para estudantes de ensino médio, técnico e superior de diversas áreas de ensino. Uma agência de estágios tem oportunidades abertas em Pelotas. Para se candidatar é preciso ter a partir de 16 anos de idade e estar matriculado nos cursos correspondentes. As inscrições devem ser feitas pela internet. No site também pode ser feito o cadastro de jovens a partir de 14 anos para o programa Aprendiz Legal de jovens aprendizes. Confira a lista de cursos: 6 vagas para estudantes do curso de administração 1 vaga para enfermagem 1 vaga para engenharia civil 4 vagas para pedagogia e áreas afins 2 vagas para marketing 4 vagas para técnico em administração 1 vaga para técnico em agricultura 5 vagas para alunos de ensino médio.

De acordo com a polícia, rapaz matou padrasto após furtar celulares da casa onde a vítima vivia com sua mãe, em Itanhaém, litoral paulista. Policiais localizaram suspeito e cumpriram mandado de prisão em Suzano, SP Reprodução Um jovem de 25 anos foi preso em uma clínica de reabilitação por suspeita de matar a facadas o padrasto, de 54, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, o rapaz fugiu e se internou para se esconder após cometer o crime. Conforme informado ao G1, ele estava sob efeito de drogas quando esfaqueou a vítima, José Raimundo Oliveira da Silva. O crime ocorreu no dia 16 de janeiro. Após ser capturado pela Polícia Militar e confessar o homicídio na delegacia, o rapaz não permaneceu preso, já que não houve o flagrante. À polícia, ele alegou ter se defendido de agressões do padrasto, que teria usado uma pá de construção e uma barra de ferro para atingi-lo. O jovem contou que, realmente, estava com uma faca na cintura, que tinha encontrado no quintal da casa, mas que não tinha intenção de matar o marido de sua mãe. Segundo a polícia, o jovem confessou que faz uso de drogas, e que já havia sido internado para tratamento algumas vezes. Ele afirmou que teria saído de uma clínica de reabilitação há cerca de um mês do crime. A polícia afirma que, depois de ser ouvido e liberado da delegacia, o rapaz fugiu da cidade e se internou em outra clínica de reabilitação, em Suzano (SP). As autoridades, então, iniciaram as investigações e conseguiram localizá-lo, cumprindo mandado de prisão preventiva nesta quarta-feira (27). Policiais civis localizaram suspeito de matar padrasto em Itanhaém, SP Reprodução Conforme apurado pelo G1, a mãe do rapaz relatou à polícia que, assim que saiu da clínica, o filho continuou fazendo uso de drogas, e realizava pequenos furtos dentro de casa. Por isso, ela e a vítima optaram por não deixá-lo mais morar na residência. A mulher contou que, na manhã de 16 de janeiro, todos que moram na residência estavam deitados, quando seu esposo escutou um barulho e a avisou que o filho havia pulado o muro e entrado na casa. A mãe abriu a porta e perguntou ao jovem o que ele queria. Ao perceber que o rapaz estava sob efeito de drogas, o padrasto falou para o enteado entrar e tomar banho, mas o filho disse que queria dinheiro. Ainda segundo o relato da mãe à polícia, como a família não tinha dinheiro em casa, o rapaz pegou celulares e uma faca que estava na cozinha, colocando o objeto na cintura. A mulher gritou para que o filho devolvesse os aparelhos, mas ele continuou andando, e quando estava no quintal, o padrasto pegou uma pá para intimidá-lo. O homem teria tentado segurar o enteado pelas costas para imobilizá-lo, mas o jovem se soltou e o golpeou com a faca. Com a ajuda de um vizinho, a mãe do suspeito levou o companheiro ao pronto-socorro, mas ele não resistiu. VÍDEOS: As notícias mais vistas do G1

Denúncias anônimas, com fotos e vídeos, mostravam situação dos animais, que ficavam em uma casa na cidade de Peruíbe. Animais viviam em meio a sujeira e fezes em Peruíbe, SP G1 Santos Um homem de 53 anos, responsável por um mais de 20 cães, foi preso suspeito de maus-tratos, após denúncias anônimas mostrarem os animais abandonados em meio a fezes e sujeira, em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Segundo apurado pelo G1 nesta quinta-feira (28), não havia comedouros no local, e a ração estava jogada no chão, misturada às fezes. O flagrante ocorreu nesta quarta-feira (27), no bairro Cidade Nova Peruíbe. A Polícia Civil havia recebido denúncias anônimas, com fotos e vídeos, que apontavam a situação dos animais. Nas imagens, é possível observar a sujeira no local. Equipes de investigação foram até o imóvel e descobriram que os animais sofriam maus-tratos. Animais ficavam em meio a lixo e sujeira na residência Roberta Julie Pinheiro/Arquivo Pessoal No local, havia muita sujeira, lixo e diversos sacos de ração abertos, sem os devidos cuidados de higiene. Os banheiros e outros cômodos da casa estavam com vermes. Os cães estavam assustados e muito magros, e se alimentavam de restos de ração e fezes espalhadas pela residência. Além disso, o imóvel era pouco arejado e não havia água em nenhum local. Por conta das más condições, o proprietário foi preso em flagrante por maus-tratos pela Polícia Civil. O boletim de ocorrência foi registrado pelo crime de "praticar ato de abuso a animais". Cães sofriam maus-tratos em residência em Peruíbe, SP Roberta Julie Pinheiro/Arquivo Pessoal A Perícia compareceu ao local, assim como uma veterinária, e o Centro de Zoonoses foi acionado para constatar o ocorrido. O suspeito autorizou que os cães fossem doados a um grupo acolhedor de animais. A protetora animal Roberta Julie Pinheiro, de 43 anos, relata que o grupo foi até a casa para o resgate e viabilização da adoção. O G1 não localizou a defesa do suspeito até a última atualização desta reportagem. Adoção De acordo com Roberta, ao todo, havia 23 cães na residência. Ela conta que o resgate foi uma ação em conjunto com protetores animais, uma veterinária, um advogado e pessoas que se sensibilizam com a causa animal. Roberta ainda ajudou na adoção dos animais, por meio de publicações nas redes sociais. A protetora relata que os cachorros estavam em péssima situação. Animais foram resgatados de residência em Peruíbe, SP Roberta Julie Pinheiro/Arquivo Pessoal "[O suspeito] jogava a ração no chão para eles. Estavam subnutridos, maltratados mesmo. Era um cativeiro", relata. Segundo Roberta, os voluntários passaram a divulgar as fotos dos cãezinhos após a ação da polícia. Até a noite desta quarta-feira, eles haviam conseguido doar 21 animais, restando apenas dois. Em nota, a Prefeitura de Peruíbe informou que, assim que tomou conhecimento do caso, enviou uma médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) que constatou os maus-tratos e deu prazo para esvaziamento e limpeza do local. A Guarda Civil Municipal (GCM) também esteve no local, em apoio ao delegado e ao chefe dos investigadores da Polícia Civil. A GCM fez contato com um biólogo do Departamento de Meio Ambiente e com o Projeto Anjinhos da Rua, entidade que atende animais abandonados, que se prontificou a ajudar. O grupo compareceu à delegacia, além de mais uma veterinária e outros voluntários que se disponibilizaram a ficar com os animais. Mais de 20 cães viviam na residência em Peruíbe, SP Reprodução VÍDEOS: As notícias mais vistas do G1

Suspeito foi reconhecido por, pelo menos, duas vítimas em crimes ocorridos entre 25 e 27 de janeiro. PM prendeu suspeito durante operação para prevenir esse tipo de crime em BH Reprodução/TV Globo A polícia prendeu um homem, de 28 anos, suspeito de envolvimento em diversos assaltos a motoristas de aplicativo, em Belo Horizonte. Ele foi preso quando se preparava para fazer uma nova vítima. Pelo menos dois motoristas reconheceram o criminoso. De acordo com os militares, Jardel Marcos Gonçalves Junior se passou por passageiro em frente a um shopping, na Região de Venda Nova. Ele entrou no carro de Felipe Santiago Silva Costa, de 26 anos. O motorista contou aos policiais que a corrida seria finalizada no bairro Nova Esperança, na Região Noroeste da capital. Quando chegou no endereço indicado, Felipe foi surpreendido pelo anúncio do assalto. Segundo a vítima, Jardel pediu a carteira e o celular dele. Em seguida, mandou que ele saísse do carro, um Volkswagen Gol. O suspeito, então, fugiu com o veículo. A vítima procurou uma base da polícia para registrar o crime. Descreveu aos policiais as características do criminoso. Informou, também, que o carro tem localizador por meio de GPS. Assim, a PM conseguiu encontrar o veículo abandonado nas proximidades do bairro Pedreira Prado Lopes, na Região Oeste de Belo Horizonte. Na sequência, o suspeito solicitou uma nova corrida para outro motorista de aplicativo. A polícia suspeita que ele tentava fazer uma nova vítima. O rapaz foi encontrado durante uma operação policial montada exatamente para prevenir esse tipo de crime, no bairro Coração Eucarístico, na Região Noroeste. Segundo a polícia, um Chevrolet Onix prata se aproximou da blitz e teve a parada solicitada pelos militares. O motorista do carro, Lucas Barbosa Lima, de 26 anos, se identificou aos oficiais. Em seguida, o passageiro foi abordado. Nesse momento, Jardel entregou uma sacola aos militares, abriu a porta e saiu correndo. A PM montou uma operação de cerco e bloqueio e conseguiu deter o suspeito na Praça das Jabuticabeiras, ainda no bairro Coração Eucarístico. Na sacola entregue aos policiais estavam os pertences de Felipe, primeira vítima da noite. Além disso, uma arma falsa foi apreendida. O suspeito foi conduzido para a delegacia, onde foi reconhecido pela vítima. Os policiais descobriram que há diversos registros de ocorrência com o mesmo modo de agir, nas quais as vítimas relatavam características físicas semelhantes às de Jardel. Uma das vítimas foi chamada e se prontificou a seguir para a delegacia, onde reconheceu o suspeito e um celular, que foi levado dele no dia do crime. O carro Gol foi recuperado pela polícia e encaminhado para o pátio do Detran, onde poderá ser retirado pelo motorista. O Onix foi liberado. Jardel foi preso e encaminhado para a delegacia. Os vídeos mais vistos do G1 Minas nos últimos dias:

Acusada confessou o crime e alegou que matou o companheiro para se defender durante uma discussão. Mulher que confessou ter matado e enterrado marido em casa vai a júri popular A Justiça de Goiás decidiu mandar a júri popular Kátia Soares Pereira Teles, de 38 anos, acusada de matar o marido e enterrar o corpo dele no quintal de casa, em Goiânia. Ela responderá por homicídio qualificado, por motivo fútil e emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima. A ré alega que cometeu o crime para se defender do marido. A decisão é do juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a vida. De acordo com o documento, “há indícios de que a acusada teria ceifado a vida da vítima, bem como teria ocultado seu cadáver”. O G1 entrou entrou em contato com a defesa de Kátia, por ligação e mensagem de texto, às 18h46 de quarta-feira (27), mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. Durante o andamento do processo, advogados Polliane de Sousa e Rogério de Paula disseram que ela sofria violência física e psicológica há anos e que as filhas do casal também eram agredidas. Eles afirmaram ainda que, no dia do crime, a investigada foi brutalmente agredida e ameaçada, tendo agido em legítima defesa por temer por sua vida e de suas filhas. O corpo de Joel de Sousa Teles foi encontrado no dia 18 de maio de 2020, no Parque Tremendão. De acordo com a polícia, Kátia alegou que esfaqueou o marido para se defender durante uma discussão. Em seguida, com a ajuda de um usuário de drogas, enterrou o corpo no quintal. "Ela estava na pia e, segundo ela, o marido tentou enforcá-la. Ela pegou a faca que tinha na distância dela e deu a primeira facada. Depois, não se recorda de quantas outras deferiu. Ela alega que teve ajuda de um usuário de drogas, que hoje está morto, para cavar o buraco e enterrar", disse a delegada Marcella Orçai, responsável pela investigação do caso. Kátia Soares Pereira Teles e Joel de Sousa Teles em Goiânia, Goiás Reprodução/TV Anhanguera Festas e novo namorado A família de Joel disse que Kátia seguiu morando na casa e tocando a vida normalmente após o crime. Os parentes alegam ainda que ele teve um novo namorado poucos meses depois da morte do marido e fazia festas para os amigos na residência. Quando questionada pelos parentes de Joel sobre o sumiço dele, a mulher relatava que eles tinham se divorciado e que ele havia ido embora para o Acre, onde tinha um emprego em vista. Eles não desconfiaram porque, de fato, Joel já havia relatado o interesse de se mudar para o norte do país. "Teve uma sobrinha que entrou em contato com ela pelo WhatsApp. Ela falou que eles tinham tido uma briga porque ele tinha mexido com a filha que ela tem mais velha e que tinha ido embora, que eles tinham divorciado, que ela tinha dado queixa dele na polícia e que ele tinha ido embora para Acre", conta uma parente, que não quis se identificar. Veja outras notícias da região no G1 Goiás. Mulher confessa ter matado marido e enterrado corpo há 2 anos no jardim de casa, em Goiânia Reprodução/TV Anhanguera VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Segundo frentista, cliente pediu para colocar R$ 25 em combustível e depois alegou que tinha esquecido a carteira. A Polícia Civil vai investiga o crime de lesão corporal e ameaça. Frentista é agredido com chutes por motorista, em Goiânia Um frentista de posto de combustível foi agredido ao impedir que um motorista deixasse o local sem pagar o valor do abastecimento, em Goiânia (veja acima). A agressão aconteceu em posto do bairro Esplanada dos Anicuns. O funcionário registrou ocorrência na Polícia Civil, que vai investigar o crime de lesão corporal e ameaça. Segundo o frentista, que não será identificado, o cliente pediu para colocar R$ 25 em combustível e depois alegou que tinha esquecido a carteira. Nas imagens é possível ver que o funcionário tenta parar o veículo colocando um carrinho de metal na frente. O motorista acelera e quase atropela o homem. Depois o condutor desce do carro, corre atrás do frentista e o agride com socos e chutes. A filmagem mostra que o funcionário fica caído no chão após a agressão. VÍDEOS: Notícias de Goiás

Ao todo, foram 33.372 vítimas de lesão corporal entre janeiro e dezembro de 2020. O número é inferior ao índice do mesmo crime em 2019, quando 41.366 mulheres sofreram agressão. Queda teve influência da pandemia, explica autoridades. O estado do Rio de Janeiro tem em média mais de 90 mulheres agredidas todos os dias, segundo dados do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP-RJ) obtidos pelo G1 com exclusividade. O índice leva em consideração os números consolidados da violência contra mulher no ano de 2020. Ao todo, foram 33.372 vítimas de lesão corporal entre janeiro e dezembro. Apesar do número expressivo, o dado traz uma queda em relação ao ano de 2019, quando 41.366 mulheres sofreram agressão. Autoridades, no entanto, explicam que a queda se deve em certa medida ao período de pandemia, com início em março. “A violência contra a mulher não está acabando no Rio de Janeiro, apesar dos números terem diminuído com relação ao ano anterior. Ainda é um número preocupante, principalmente, se a gente levar em consideração as mulheres que morreram pelo simples fato de serem mulheres”, disse a diretora-presidente do ISP-RJ, delegada Marcela Ortiz. Violência contra mulher no Rio em 2020 Anderson Cattai/G1 “Nós não podemos nos esquecer que 2020 foi um ano bastante atípico por causa da pandemia, teve a questão do isolamento social. Houve dificuldade no deslocamento das vítimas para denunciar os crimes e com isso a possibilidade de subnotificação desses crimes”, completou a diretora. Mais de 80 mulheres sofrendo ameaças no RJ diariamente Os números mostram ainda que o RJ teve mais de 80 mulheres sofrendo ameaças todos os dias. Mais de 30,4 mil vítimas em 2020, enquanto 2019 o índice chegou a marca de 41 mil ameaças. A diretora do Departamento Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), delegada Sandra Ornellas, explica que não há necessidade de maus tratos físicos para realizar um registro de ocorrência. Ameaças e xingamentos já configuram crime e deve ser notificado à polícia. “Eu falo para essas mulheres que a violência não é só física, não espere que chega até violência física. Não é normal uma mulher ser julgada pelo homem porque ela não fez a comida direito, porque está sem sal ou porque no meio de múltiplas tarefas ela esqueceu alguma outra”, disse a delegada Sandra Ornellas. “Ela não tem que temer se ela está sofrendo um xingamento ou empurrão, isso já é violência. Ela tem que ser tratada como pessoa antes de tudo. Que ela não espere que essa violência se agrave para procurar ajuda”, completou a diretora do DGPAM. Mais de 70 mulheres mortas em 2020 Roberta Pedro de Oliveira, de 26 anos, está entre as mais de 70 mulheres mortas no ano passado. Arquivo Pessoal/Maria Auxiliadora O levantamento do instituto traz ainda a informações sobre casos de feminicídio. Foram 77 mulheres mortas em 2020 apenas pelo fato de serem mulheres. No ano anterior, o estado registrou 85 vítimas. Roberta Pedro de Oliveira, de 26 anos, está entre as mais de 70 mulheres mortas no ano passado. No final de 2020, ela foi assassinada a facadas no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, pelo ex-marido Paulo Soares. Ele confessou o crime. A vítima e o assassino eram primos de primeiro grau e estavam juntos desde que Roberta tinha 14 anos. Em conversa com o G1, Maria Auxiliadora de Oliveira, mãe de Roberta, contou que a filha era uma pessoa muito fechada e que não costumava falar sobre o que estava acontecendo. Roberta foi morta a facada pelo ex-marido, Paulo Soares. Eles eram primos de primeiro grau Reprodução A família só soube que Roberta queria se separar porque ela chamou a mãe para passar o final do ano em sua casa. As duas não se viam há 8 anos. "Ele disse que tinha aceitado a separação, mas fez tudo premeditado. Inclusive, ele falou que tinha comprado um presente de natal para ela. Quando Roberta foi buscar as coisas dela na casa em que eles moravam, ela a esfaqueou. Hoje, eu penso que o presente eram as facas que ele comprou pra matá-la", lamentou Maria Auxiliadora, que mora no Pará. Maria ressaltou que nunca soube de agressão física sofrida pela filha, mas que achava o comportamento do genro estranho. "Ele nunca fez questão de ter contato com a gente. Sei que eles discutiam, tinha xingamento, mas ela nunca falou nada de agressão. Tudo isso é muito doloroso, uma ferida que vai demorar a cicatrizar. Estou sofrendo muito com essa dor e não desejo que nenhuma mãe passe por isso", acrescentou a mãe de Roberta, emocionada. A diretora-presidente do ISP-RJ, delegada Marcela Ortiz, afirmou que o feminicídio é o último degrau de uma escalada de violência. Para ela, a denúncia é importante, para que a mulher na sofra a pior das consequências de um relacionamento abusivo. "Até se chegar a esse crime, que culmina com a retirada da vida da vítima, nós temos diversas formas de agressão. (...) Temos a violência emocional, violência psicológica, violência verbal. É necessário que fiquemos atento para que essa escalada seja interrompida antes que se chegue ao topo com a retirada da vida”, afirmou. Como denunciar Central de Atendimento à Mulher do governo federal – ligue 180 Polícia Militar – ligue 190 Núcleo Especial de Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem), órgão da Defensoria Pública do Rio – telefones (21) 23326371; (21) 23326370; (21) 972268267 ou e-mail – [email protected] Vídeos mais vistos no Rio nos últimos 7 dias l
Sistema imunológico leva, em média, duas semanas para criar anticorpos neutralizantes, capazes de barrar a entrada do vírus nas células, dizem especialistas. Resposta pode variar de acordo com faixa etária e outros aspectos individuais. Por que a vacinação é uma decisão coletiva, não individual ​ A chegada das primeiras doses das vacinas contra a Covid-19 para o público prioritário é o primeiro passo para o fim da pandemia, mas não significa proteção imediata aos vacinados. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, a proteção começa, em média, duas semanas após a aplicação da segunda dose no paciente. Vacinação contra a Covid-19 no Brasil: veja perguntas e respostas Este também foi o intervalo de tempo usado nos testes clínicos das duas vacinas disponíveis no Brasil, a Coronavac e a vacina de Oxford, para medição da resposta imune dos vacinados, segundo Renato Kfouri, presidente do departamento de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria. Por isso, os dados de eficácia das duas vacinas foram medidos nesse período. "Se uma pessoa que tomou a vacina se infectar antes desse tempo, não quer dizer que a vacina falhou, mas que não deu tempo do sistema imunológico criar a resposta imune", explica Kfouri. Nesta semana, um secretário municipal de Manaus foi diagnosticado com a Covid-19 seis dias depois de ter se vacinado. Por este motivo, os médicos recomendam que todos os cuidados para evitar a disseminação do vírus sejam mantidos mesmo após a vacinação, como o uso de máscara e a higienização das mãos. Como funciona a resposta imune Para ficar protegido da doença, o sistema imunológico precisa criar a imunidade protetora, composta por anticorpos neutralizantes, que impedem a entrada do vírus na célula. "Com duas semanas, já se detecta a proteção, mas a maior quantidade de anticorpos é registrada um mês após o término da vacinação, com variações individuais", explica Mônica Levi, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Este tempo de resposta pode variar de pessoa para pessoa de acordo com faixa etária e o sistema imunológico, segundo Levi, e também por aleatoridade, segundo Luiz Vicente Rizzo, diretor superintendente de pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein. "Tem uma parte da nossa resposta imune que é determinada por aleatoriedade (chance)", diz o médico. Além dos anticorpos, o nosso corpo também produz resposta imune celular. No caso da Covid-19, essa resposta depende das células T (ou linfócitos T), explica Rizzo. Essas células produzem ação antiviral por meio da produção de citocinas ou da eliminação de células infectadas. Segundo o médico, a resposta celular pode demorar um pouco mais para aparecer do que a criação de anticorpos, mas este tempo não foi medido nos testes clínicos. A resposta celular é a principal diferença entre as cinco principais vacinas contra a Covid-19, segundo Carlos R. Zárate-Bladés, pesquisador do Laboratório de Imunorregulação da Universidade Federal de Santa Catarina. De acordo com o pesquisador, é possível separá-las em dois grupos: em um deles, a Coronavac, que tem uma resposta celular mais fraca; no outro, as vacinas de Oxford, Pfizer, Moderna e Sputnik, com forte resposta imune celular. Vacina não vai gerar imunidade de rebanho em 2021, alerta OMS Efeito da primeira dose Entre as vacinas disponíveis no Brasil, a de Oxford foi a única que mediu a proteção adquirida depois da primeira dose. De acordo com os dados publicados, a eficácia da vacina é bem semelhante para quem tomou apenas uma dose e para tomou as duas: cerca de 70%. O que muda é a duração da proteção. Os resultados dos testes da vacina, publicados na revista científica "The Lancet", mostraram que a eficácia foi medida 21 dias depois da aplicação da primeira dose da vacina, o que significa que há "uma proteção de curta duração após a primeira dose". Segundo os especialistas, a segunda dose da vacina garante uma maior duração da proteção, embora estudos ainda não tenham descoberto quanto tempo ela pode durar. Já a Coronavac não mediu eficácia com uma dose nos testes clínicos realizados no Brasil. Por isso, não é possível saber se a vacina é capaz de oferecer proteção, mesmo que de curta duração. Mas o intervalo mínimo entre as doses (14 dias) é praticamente o mesmo tempo que o corpo leva para criar a resposta imune. VÍDEO: Comparativo de máscaras, segundo estudo publicado na 'Science' Adiar a segunda dose pode ser uma boa estratégia de imunização? Alguns países analisam esperar o prazo máximo de intervalo para aplicar a segunda dose para garantir que mais pessoas se vacinem. Segundo Zárate-Bladés, está é uma estratégia válida desde que se respeite o prazo máximo. "Quando recebemos a primeira dose, já começamos a gerar uma resposta. Mas se terminamos em situação em que damos a primeira pra todo mundo, mas falta a segunda, as pessoas vão ficar expostas e isso pode gerar um problema maior." O intervalo de aplicação entre as doses das duas vacinas é de 2 a 4 semanas para a Coronavac e de 4 a 12 semanas para a vacina de Oxford. Caso a segunda dose atrase, uma parte das pessoas pode perder a imunização primária, diz Rizzo. "O sistema imunológico está o tempo inteiro respondendo desafios. Ele tem tendência a ignorar coisas que não são tão importantes. Uma vacina não é a mesma coisa que uma infecção, o vírus está inativado, a gente precisa enganar o sistema para ele pensar que é uma infecção de verdade. Se não der o reforço na hora certa, corre-se o risco de que o sistema imunológico se esqueça da primeira dose", explica. No caso do Brasil, o que preocupa é a pouca quantidade de doses da vacina e a falta do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) para a produção de novas doses, diz Levi. "Uma temeridade é fazer isso no momento que o Butantan está sem IFA e a fabricação está parada", avalia. Para a imunologista, esta estratégia é mais eficaz para conter a infecção em comunidades restritas. "Se vacinar muita gente dentro de uma comunidade, ou um local com alta transmissibilidade, vai haver um controle mais rápido. Com a população indígena, priorizaram fazer de uma vez porque a vacinação fracionada pode gerar mais risco de disseminação uma vez que tem mais profissionais da saúde indo e voltando", explica. Para grandes cidades, o impacto é menor uma vez que as doses disponíveis são insuficientes para se criar imunidade de rebanho. VÍDEOS: novidades sobre vacinas contra a Covid-19 Initial plugin text

Especialistas médicos internacionais saíram para começar investigação nesta quinta-feira, mas não falaram com jornalistas. Cidade na China foi o primeiro epicentro da doença, há um ano. Membro da equipe da OMS deixa hotel em Wuhan após o fim da quarentena. REUTERS/Thomas Peter A equipe de especialistas médicos liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que está na cidade chinesa de Wuhan encerrou a quarentena nesta quinta-feira (28). O grupo, que investigará as origens da pandemia da Covid-19, deixou o hotel após 2 semanas. Segundo a Reuters, a equipe embarcou em um ônibus depois das 15h (horário local) sem falar com jornalistas. A visita do grupo é sensível para Pequim, e os especialistas vão trabalhar sob estritas medidas de segurança. Embora a China tenha controlado amplamente a pandemia em seu território, também frustrou as tentativas independentes de rastrear suas origens. Até agora, a Covid-19 matou mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo. Denúncias de familiares Os familiares das vítimas do coronavírus na cidade disseram nesta quarta-feira (27) que as autoridades da China eliminaram seu grupo nas redes sociais e estão pressionando-os para que mantenham silêncio durante a visita dos especialistas. Dezenas de familiares se uniram na internet para pedir responsabilidades às autoridades de Wuhan, as quais culpam pela má gestão do surto que assolou a cidade há um ano. Seus esforços foram frustrados até agora pela obstrução oficial, pela vigilância dos grupos nas redes sociais e pela intimidação, denunciam os familiares. Mas a pressão se intensificou nos últimos dias, aparentemente para silenciar qualquer crítica durante a delicada investigação da OMS. Um grupo na rede social WeChat, usado por entre 80 e 100 familiares no último ano, foi removido repentinamente e sem explicação alguma há cerca de dez dias, disse Zhang Hai, membro do grupo e muito crítico da gestão da epidemia. "Isso mostra que [as autoridades chinesas] estão muito nervosas. Têm medo de que essas famílias entrem em contato com os especialistas da OMS", disse Zhang, de 51 anos, cujo pai morreu no início da pandemia por suspeitas de Covid-19. Outros familiares confirmaram a eliminação do grupo. O WeChat pertence ao gigante digital chinês Tencent. Na China, as plataformas mais populares retiram frequentemente os conteúdos considerados censuráveis pelo governo. Desconfiança nos dados Médicos se preparam dentro de ônibus antes da chegada de uma equipe da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Wuhan, em foto de janeiro de 2021 Thomas Peter/Reuters Os familiares acusam os governos provinciais de Wuhan e Hubei de permitir que a Covid-19 se descontrolasse, primeiro para tentar ocultar o surto quando surgiu pela primeira vez na cidade, em dezembro de 2019, e depois para não alarmar o público. Segundo os dados oficiais chineses, a Covid-19 matou quase 3.900 pessoas em Wuhan, a grande maioria dos 4.636 mortos registrados na China. Muitos familiares desconfiam desses números devido à falta de testes nos primeiros dias do surto. O governo de Wuhan não respondeu às perguntas da AFP sobre as famílias e suas denúncias. Zhang pediu aos especialistas da OMS que se reúnam "com coragem" com os familiares, embora reconheça que esse encontro é muito pouco provável. VÍDEOS: novidades sobre vacinas contra a Covid-19

Via inaugurada em 2014 no estado do RJ era para ser uma das mais modernas do Brasil, mas se transformou em símbolo do descaso com obras públicas e da falta de segurança. Arco Metropolitano foi inaugurada em 2014 e tem obras investigadas Divulgação/Secretaria Estadual de Obras/Erica Ramalho A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) entrega nesta quinta-feira (28) ao governo do estado uma proposta para aumentar a segurança do Arco Metropolitano. O projeto de parceria público-privada intitulado Arco Seguro será apresentado pela manhã ao governador em exercício, Cláudio Castro, e ao presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), André Ceciliano. Inaugurada em 2014, a via custou R$ 1,9 bilhão e teve irregularidades desde a licitação até a inauguração, segundo investigações da força-tarefa da Lava Jato no Rio. A estrada de 71 quilômetros começa em Duque de Caxias e vai até o Porto de Itaguaí, escoando a produção do Rio e encurtando a viagem até São Paulo. Hoje, no entanto, muitos motoristas a evitam devido à insegurança. Deserta e com pouco policiamento, a via é prato cheio para assaltantes, que roubam veículos e até os postes de iluminação com captação de energia solar. A abertura do evento será feita pelo presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira. O vice-presidente da federação, Carlos Erane de Aguiar, apresentará o projeto. O encontro será transmitido através do YouTube e contará com a participação de deputados estaduais e empresários. Além dos veículos, postes com energia solar são alvos de criminosos no Arco Metropolitano Reprodução/TV Globo VÍDEOS mais vistos no Rio nos últimos 7 dias

Bom dia. Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado. Vacina contra a Covid-19 no Brasil: saiba como está a vacinação hoje na sua cidade. O número de imunizados no país passa de 1 milhão, aponta consórcio de veículos de imprensa. O Ministério Público pede prisão do prefeito de Manaus por fraudes na vacinação. O Brasil registra 1.319 mortes por Covid em 24 horas e ultrapassa 220 mil óbitos. Butantan cobra resposta do governo sobre novo lote da CoronaVac. Estado de SP quer atrasar 2ª dose para vacinar mais gente agora. E 'O Assunto' debate a ressurreição do auxílio emergencial. Imunização no Brasil Médico Alfredo Moutinho, de 69 anos, tomou a primeira dose da vacina Oxford/AstraZeneca às 8h20 desta quarta-feira (27) Reprodução/ TV Globo A vacinação contra o coronavírus começou no Brasil em 17 de janeiro, com São Paulo. Todas as capitais brasileiras receberam do Ministério da Saúde doses das vacinas CoronaVac e de Oxford. Em seguida, a imunização começou em cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Recife, Boa Vista. O plano contempla inicialmente idosos que vivem em asilos, deficientes que vivem em asilos, trabalhadores da saúde e indígenas vivendo em terras indígenas. Veja como está a situação da vacinação na sua cidade hoje O balanço da vacinação contra Covid-19 no Brasil nesta quarta (27) aponta que 21 estados e o Distrito Federal vacinaram 1.248.821 pessoas, segundo dados divulgados até as 20h. Os demais não divulgaram números consolidados de vacinação que representem todo o estado. A informação é resultado de uma nova parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, O Globo, Extra, O Estadão de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL. CoronaVac Governo de São Paulo dá prazo para o Ministério da Saúde definir se vai comprar novo lote da CoronaVac O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que o governo federal ainda não fez uma solicitação formal para o lote extra de 54 milhões de doses da CoronaVac que está previsto no contrato firmado pelo Ministério da Saúde com a instituição. Covas afirma que pode priorizar a produção da vacina para a exportação, caso o pedido não seja feito em breve. Entenda o caso: o contrato para a inclusão da vacina no Plano Nacional de Imunização (PNI) prevê a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, com entrega até 30 de abril. Mas há a possibilidade de solicitação de outros 54 milhões, totalizando 100 milhões. Pelo contrato, o Ministério da Saúde pode manifestar o interesse pelo segundo lote até 30 dias após a entrega de todas as doses do primeiro. Em nota, a pasta afirmou que "irá se pronunciar no prazo oficial do contrato", que é 30 de maio. Escassez de vacina Prefeitura de São Paulo decide usar todas as vacinas disponíveis para aplicar primeira dose nos profissionais de saúde O governo de São Paulo enviou um ofício ao Ministério da Saúde solicitando autorização para usar todas as doses da CoronaVac disponíveis na primeira dose, sem reservar a metade para a segunda. Com isso, o governo paulista quer garantir que todos os profissionais de saúde tomem ao menos uma dose. Até agora, a orientação do governo federal era para que os estados distribuíssem aos municípios só metade do lote de CoronaVac, para garantir a segunda aplicação. Cientistas ouvidos pelo Jornal Nacional dizem que atrasar a segunda dose não compromete a eficácia. Centro de Contingência do governo de SP recomenda ampliar intervalo entre doses da CoronaVac para mais de 28 dias Quanto tempo depois de tomar a vacina contra a Covid-19 estaremos imunizados? Denúncias de irregularidades Prefeito de Manaus, David Almeida, e secretária municipal de Saúde, Shadia Fraxe. Divulgação O Ministério Público Estadual do Amazonas pediu a prisão do prefeito de Manaus, David Almeida, e da secretária municipal de Saúde, Shadia Fraxe, na ação que denuncia irregularidades na aplicação da vacina e no favorecimento de pessoas que teriam furado a fila do grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19. O órgão ainda pede o afastamento de ambos dos cargos públicos. De acordo com o MPE, houve fraude na fila de prioridades durante a campanha de vacinação e contratação irregular de dez médicos. Em nota, o prefeito David Almeida disse estar "profundamente indignado com a atuação ilegal e arbitrária" do MP e informou que "ingressará com as medidas cabíveis contra os responsáveis". Avanço da pandemia Brasil ultrapassa os 220 mil mortos pela Covid-19 O Brasil registrou 1.319 mortes por Covid em 24 horas e ultrapassou os 220 mil óbitos pela doença. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 9.000.485 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus. Nove estados estão com alta nas mortes; veja os dados detalhados. Mesmo com recorde diário de mortes por Covid-19, governo de Minas autoriza funcionamento de todas as atividades não essenciais Curitiba decreta retorno de restrições da bandeira amarela; capital atingiu 100% nos leitos pediátricos de UTI do SUS nesta quarta-feira (27) Portugal suspende voos entre o país e o Brasil Variante brasileira já circula em 8 países, alerta OMS Estados definem volta às aulas, mas não determinam datas O Assunto O debate sobre a ressurreição do auxílio emergencial — no que deve dar essa disputa e com quais consequências para o país. Neste episódio, Renata Lo Prete recebe Ribamar Oliveira, colunista e repórter do jornal Valor Econômico, e Cecília Machado, professora da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas. Saiba mais. Guedes defende 'travar o resto todo' do orçamento caso auxílio emergencial seja renovado Dinheiro do SUS O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu ampliar, de cinco para 10 dias úteis, o prazo definido para que o Ministério da Saúde informe uma posição oficial a respeito do uso da cloroquina para o tratamento da Covid-19. O medicamento não tem eficácia comprovada contra o coronavírus, mas vem sendo comprado pelo governo federal e distribuído a estados e municípios. Dentro desse prazo, o governo também deverá enviar ao TCU uma série de informações sobre o aplicativo TrateCOV, que recomendava o uso de cloroquina e outros medicamentos sem eficácia para o chamado "tratamento precoce". Educação Caderno de provas do Enem RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Saíram os gabaritos da versão impressa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Duas questões foram anuladas — uma em ciências da natureza e outra em matemática — e não irão computar na nota final. Por causa do método de correção chamado TRI, não é possível calcular nota final com base no número de acertos. Os resultados individuais serão divulgados no dia 29 de março. Veja o gabarito por dia e cor de prova. Novos rumos O presidente dos EUA, Joe Biden, assina atos executivos sobre meio ambiente, ao lado da vice-presidente, Kamala Harris, e do enviado especial presidencial para o Clima, John Kerry, na Casa Branca, na quarta-feira (27) Mandel Ngan/AFP Em uma série de ordens executivas assinadas nesta quarta (27), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, instruiu o governo federal a não autorizar novas perfurações de petróleo e gás em suas terras, eliminou subsídios aos combustíveis fósseis e ordenou a transformação da frota de carros e caminhões do governo em veículos elétricos. As medidas marcam uma guinada em relação à política ambiental adotada por seu antecessor, Donald Trump. "É um futuro de enormes esperanças e oportunidades. Trata-se de chegar ao momento de fazer face a esta ameaça máxima que temos agora perante nós, as mudanças climáticas, com um sentido maior de urgência. A meu ver, já esperamos muito tempo para lidar com esta crise climática. Não podemos esperar mais. É hora de agir", disse o presidente ao anunciar as ações. EUA só voltarão ao acordo nuclear se Irã honrar seus compromissos, diz Blinken Novidades no 'zap' Biometria será exigida quando usuário tentar ler um novo QR Code para logar em um computador. Divulgação/WhatsApp O WhatsApp anunciou que o login na versão web vai depender de uma autenticação biométrica nos celulares que possuem leitor de digital ou reconhecimento facial. Para vincular o WhatsApp Web ou Desktop à conta do app, será solicitado o desbloqueio biométrico (com reconhecimento facial ou impressão digital), antes da leitura do QR Code. A liberação por biometria será exigida somente no login da sessão. Saiba mais. Moda dos games Skins criadas pela Louis Vuitton para personagem de League of Legends, em 2019 Divulgação No mundo dos games, as skins enchem os olhos de jogadores e o faturamento de desenvolvedoras. Como o vestuário da vida real, elas servem para expressar identidade e deixar personagens mais atraentes nos jogos. Já o mundo da moda demorou para sacar a convergência entre suas próprias aspirações e os desejos de gamers. Agora, corre atrás para se inserir no universo das roupas que só existem on-line, tentando, inclusive, criar um mercado em torno desse tipo de produto para além dos jogos. Veja como. Previsão do tempo Veja a previsão do tempo para esta quinta-feira Futebol Campeonato Brasileiro 19h: Bahia x Corinthians 20h: Grêmio x Flamengo
Motivo do fechamento da via é a implantação de uma galeria pluvial no local. Está interditada até às 18h do próximo sábado (30) uma das pistas da Avenida Nonô Prata em Uberaba. A interdição será no trecho ente a Avenida Randolfo Borges Júnior e a rodovia BR-050. O motivo é a implantação de uma galeria pluvial no local. Para colocar a galeria, é necessário interditar uma das pistas. Contudo, a outra via permanece livre, durante implementação.

Pandemia agravada, vacinação ainda incipiente. Amarrada ao destino da crise sanitária, a economia custa a se recuperar e no momento tem quase nada a oferecer a milhões de brasileiros que, desde a virada do ano, estão privados da tábua de salvação de 2020: o auxílio emergencial. É nesse contexto que se desenrola um cabo-de-guerra em Brasília. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. Pandemia agravada, vacinação ainda incipiente. Amarrada ao destino da crise sanitária, a economia custa a se recuperar, e no momento tem quase nada a oferecer a milhões de brasileiros que, desde a virada do ano, estão privados da tábua de salvação de 2020: o auxílio emergencial. É nesse contexto que se desenrola um cabo-de-guerra em Brasília. De um lado, a equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, resiste à recriação de uma despesa gigantesca, num quadro fiscal explosivo. De outro, lideranças do Congresso e do próprio Executivo defendem o resgate do programa, de olho no risco de turbulência social e no efeito negativo do fim do benefício sobre a popularidade do presidente Jair Bolsonaro. "Dentro do governo, muitos ministros acham que o auxílio não deveria ter acabado", conta Ribamar Oliveira, colunista do jornal Valor Econômico, um dos entrevistados neste episódio. Ele desfaz uma confusão frequente ao explicar que "o auxílio não é um problema de teto de gastos, mas sim de dívida pública". Participa também Cecília Machado, professora da Escola Brasileira de Economia e Finanças da FGV. Cecília reconhece que, num cenário econômico de grande incerteza, cujo elemento principal são as dúvidas quanto ao avanço da vacinação, a volta do auxílio cumpriria um papel essencial: “É o responsável pela segurança alimentar de muitas famílias”. Mas ela considera que ele só poderia voltar com alcance e valor mais modestos, e acompanhado de corte de outras despesas, para afastar o perigo de insolvência das contas públicas. O que você precisa saber: Guedes defende 'travar o resto todo' do orçamento caso auxílio emergencial seja renovado Bolsonaro reafirma o compromisso do governo com o teto de gastos De olho em 2022, aliados do governo defendem taxar mais ricos por nova rodada do Auxílio Emergencial Acuado pelo avanço da pandemia, Bolsonaro faz discurso alinhado a Paulo Guedes Aliados do governo defendem taxar mais ricos por nova rodada do Auxílio Emergencial O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Laís Modelli, Glauco Araújo, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Giovanni Reginato. Apresentação: Renata Lo Prete Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

As vagas são para o 6º e 8º anos do Ensino Fundamental e tem previsão de começarem no dia 3 de março. as vagas para o 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental são gratuitas e para maiores de 18 anos. Eseba/Divulgação A Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia (Eseba/UFU) está com inscrições abertas para a educação de jovens e adultos. As vagas são para o 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental na modalidade Proeja, integrado ao curso técnico auxiliar administrativo. O curso é gratuito e começa no dia 3 de março, remotamente, através de uma plataforma virtual. Para de inscrever, é necessário ter mais de 18 anos e preencher o formulário no site da Eseba. Confira os documentos necessários. Histórico escolar original ou declaração de transferência Uma cópia do RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento, título de eleitor, reservista e comprovante de residência Uma foto 3:4 Uma pasta Brasil na cor Azul Para retirar dúvidas e informações, ligue no telefone (34) 3218-2908 ou mande email no [email protected] A Eseba fica localizada na Rua Adutora São Pedro, nº40, Bairro Nossa Senhora Aparecida, Uberlândia.

De radialista a vereador até conquistar o Executivo Municipal. Ao G1, ele falou dos projetos e planos de enfrentamento à Covid-19. Foto de arquivo do prefeito eleito em Araxá, Robson Magela Facebook/reprodução "Não vamos vender sonhos, o que a gente puder fazer e falar assim vai ser. A população pode esperar também um governo sem vaidade, com transparência", disse o prefeito de Araxá, Robson Magela (Cidadania) sobre a expectativa do governo que ele irá liderar até 2024. Em uma série de reportagens com os eleitos das principais cidades da região do Triângulo e Alto Paranaíba, o G1 mostra quais são as expectativas dos chefes dos executivos para os próximos quatro anos. Confira. De comunicador a prefeito Natural de Araxá, Robson Magela tem 44 anos, é divorciado, tem cinco filhos e dois netos. Tem ensino fundamental incompleto e, antes das eleições, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de pouco mais de R$ 270 mil. Ele ganhou notoriedade pelo trabalho como cantor sertanejo e também como radialista, profissão que tem há mais de 20 anos. Na política exerceu mandato de vereador em Araxá de 2017 a 2020. Robson conquistou a Prefeitura de Araxá no dia 15 de novembro com 52,79% dos votos. Uma das primeiras ações de Magela foi escolher a equipe que irá caminhar junto com a administração pelos próximos anos. Os critérios foram simples: pessoas técnicas, qualificadas e preparadas. Nós também falamos durante a nossa campanha sobre um governo de oportunidades, mas sem perder a responsabilidade. Porque temos pessoas qualificadas, preparadas, em secretarias tão importantes quanto essas”, disse o prefeito eleito" Na atual administração, Robson manteve dois nomes que estavam em secretarias da gestão passada; a pasta de saúde continua na responsabilidade de Diane Dutra e a Secretaria de Obras, se manteve com Sebastião Donizete de Souza. “Eu acho que seria muita irresponsabilidade nossa, neste momento, fazer essa troca principalmente da secretária de Saúde. A Diane está desde o início da pandemia, ela conhece todo o processo. Em relação ao Donizete, na Secretaria de Obras, é uma pessoa muito qualificada, um ótimo profissional e nós não temos esse negócio de perseguição política. Se a pessoa é boa de serviço, não tem motivo ela não continuar”, afirmou. Covid-19 Robson completará os primeiros 30 dias de administração no próximo domingo (31). De acordo com o político, assumir Araxá em meio a pandemia da Covid-19 trouxe para a gestão dele desafios ainda maiores. "Estamos tomando tomas as medidas possíveis, mas infelizmente estamos sentindo os reflexos do final do ano. O número aumentou de ocupação de leitos, mas estamos tomando todos os cuidados. Vamos aumentar de imediato a fiscalização nos bares, não temos a intenção de fechar o comércio, isso em momento algum, as precisamos da cooperação e bom senso dos moradores e empresários. Vamos começar com a fiscalização rural também," destacou o prefeito. Segundo Robson a Prefeitura contratou mais 20 pessoas para integrar a equipe de fiscalização. O prefeito também falou sobre a chegada das vacinas contra a Covid-19 no município. As primeiras doses da CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, chegaram ao Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba na última terça-feira (19). "A situação sempre será grave enquanto a pandemia não acabar, isso no meu ponto de vista. A vacina chegou, não chegou na quantidade que precisávamos para a cidade. Mas, independente disso o vírus ainda existe e estamos tomando todas as medidas. É um momento delicado, por que as pessoas acham que porque chegaram as vacinas, a solução chegou. E não é assim. Tem que ficar muito atento a isso". Profissionais que estão na linha de frente da Covid na saúde e idosos em lar, são as pessoas que estão sendo vacinadas na cidade, neste primeiro momento de campanha. Infraestrutura Em relação a infraestrutura da cidade, Robson disse ao G1 que para os próximos dias já devem ser abertas licitações para contratar empresas que vão ser responsáveis por limpar a cidade. Segundo o prefeito, há diversos pontos do município com mato alto, buraco e outros problemas que prejudicam a vida da população. "Os meninos da Prefeitura estão trabalhando com cinco máquinas costas e um trator velho para fazer a limpeza da cidade. Ruas cheias de buraco, mato em todos os lados, então vamos abrir licitações par empresas que vão cuidar dessa parte. Estamos com foco para as questões da transição ainda, e o Covid que está no mundo todo, mas estamos atentos a estes problemas por que administração passada deixou a cidade abandonada", afirmou. Além das questões relacionadas a limpeza da cidade, o prefeito destacou que está entre as prioridades da Administração a criação de um plano habitacional popular, para sanar a invasão de áreas municipais. Segundo ele, nos últimos anos Araxá tem tido um crescimento na invasão de terrenos que são de propriedade do Executivo. Educação Para o prefeito, um dos gargalos a serem resolvidos em Araxá é a volta as aulas. O G1 questionou ao prefeito se haveria possibilidade de postergar o ano letivo, devido ao cenário da pandemia ainda ser preocupante. Sobre isso, Robson destacou que até mesmo para uma medida de adiamento da volta as aulas é necessário a observância de uma série de fatores. "É uma decisão passível de várias reuniões, por que não justifica os bares estar todos cheios, chácaras, e as escolas vazias. Então vamos sentar com a Secretária de Educação e ver quais medidas vamos tomar. Acredito que vamos voltar hibrida, fazendo rodízios. Mas, de toda forma vamos estudar para ver qual a forma correta, segura para os professores, alunos e as famílias desses alunos", afirma. Outros projetos No plano de governo, Robson destacou que um dos projetos é inserir um novo modelo de gestão pública pautado na implementação de tecnologias para agilidade de processos. Sobre este projeto, o prefeito disse que já se reuniu com algumas empresas do segmento, e projetos para colocar em prática a ideia sugerida no plano de governo foram apresentados. Contudo, a administração destacou que no momento o foco será a saúde e as questões de limpeza e manutenção da cidade, que demandam uma atitude mais rápida do Governo. "Tudo que está em nosso plano de governo vamos trabalhar a médio, curto e longo prazo", encerrou.

Imposto poderá ser pago em até seis vezes, mas pagamentos à vista receberão desconto de até 10%. Uberlândia vista aérea Valter de Paula/Prefeitura de Uberlândia A Prefeitura de Uberlândia definiu as datas para o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O pagamento pode ser parcelado em até seis vezes, mas aqueles que pagarem à vista podem receber desconto de até 10%. Segundo a Prefeitura, os Correios devem enviar os carnês ainda esta semana. Aqueles que não receberem ou quiserem tirar a segunda via podem fazê-lo acessando o site da Prefeitura ou mandando mensagem no WhatsApp para o telefone (34) 9 774-0616. Aqueles que pagarem à vista receberão desconto de 10%, caso paguem até o dia 26 de fevereiro, 8% até o dia 31 de março e 5% até o dia 16 de abril. Os contribuintes podem fazer o pagamento em até seis parcelas, com vencimentos a partir de 30 de abril. Caso nenhuma parcela tenha sido paga até o dia 30 de abril o imposto será considerado como vencido e o contribuinte pagará juros. IPTU com valor inferior a R$ 82,74 não poderão ser parcelados. O contribuinte também pode alterar a data dos pagamentos no mês que anteceder o vencimento da parcelo. Caso esta alteração seja feita, poderão ser escolhidos os dias 3, 8, 13, 18, 23 e 28 de cada mês. Para fazer este procedimento, basta comparecer à Plataforma de Atendimento acompanhado de cópia da matrícula atualizada do imóvel, cópia autenticada dos documentos pessoais e cópia de comprovante de residência. No caso de imóveis alugados também é necessário apresentar cópia autenticada do contrato de locação ou de documento similar que comprove a utilização do imóvel por terceiro e autorização emitida pelo proprietário do imóvel com firma reconhecida.